Isa, a nova putinha do bairro

Sempre fui muito putinha. Antes mesmo de transar pela primeira vez ja vivia com a bocetinha toda encharcada e doida para experimentar uma rola. Sempre provocava os meninos usando roupas curtas, decotes imensos e mostrando os meus “tributos“ sempre que possivel.

Sou branca, tenho seios medios, bunda grande e cabelos longos e loiros. Gosto muito de usar saias curtas e soltas, para mostrar a calcinha com muita facilidade. Numa tarde ensolarada, o calor estava me matando. Tomei um banho e vesti uma calcinha pequena e branca toda enfiadinha.

Coloquei um vestidinho amarelo bem curto e soltinho, com decote enorme. Como estava entediada e sem nada para fazer, fui para fora de casa na esperança de pegar um ventinho. Me sentei numa escada de cimento com quatro degraus que havia ao lado da minha casa e fiquei pensando no que poderia fazer para passar o tempo. Foi quando uma bola veio do meio da rua e quase me acertou. Em seguida ouvi:

– Desculpa foi sem querer. Você pode devolver a bola, por favor?

Foi então que vi o que poderia fazer para me divertir. Eram seis meninos que jogavam futebol na rua em frente a minha casa. Como haviamos nos mudado recentemente para aquele bairro, ainda não conhecia ninguém. Resolvi dar as “boas vindas“ ao estilo Isa putinha.

Abri um sorriso de orelha a orelha e balancei a cabeça afirmando que ia pegar a bola. Sem parecer que foi de propósito, abri as minhas pernas e mostrei a calcinha por uns dois segundos, antes de levantar para pegar a bola. Foi lindo ver a reação dos meninos que conseguiram ver a minha calcinha.

Um arregalou os olhos como se não acreditasse que realmente tinha visto aquilo. Outro ficou com a boca aberta e soltou um “caraca mermao“. O terceiro que estava mais perto de mim e pode ver melhor ficou com uma cara de bobo que dava dó.

Eu adoro me sentir desejada, ver os machos com cara de bobos por causa de um paninho de nada, que os impede de ver o tão sonhado fruto proibido.

Me levantei deixando o vestido solto na frente, fazendo com que o menino que havia sido tão educado ao me pedir para pegar a bola, visse por um instante todo o meu corpo, do pescoco até o umbigo (que por sinal tem um piercing até hoje). Se ele havia ficado com cara de bobo so porque viu a calcinha, imagine com que ele ficou quando viu os meus peitinhos duros e redondos de ninfetinha putinha e safada, sutiã para atrapalhar a visao.

Instintivamente ele colocou a mão encima do seu pau por cima do shorts. Claro que fingi naturalidade. Andei, ou melhor, rebolei até onde estava a bola. De costas para os meninos, me curvei lentamente ate a bola, fazendo eles terem uma visão privilegiada da minha bundinha. Disfarcadamente olhei para o menininho educado e vi que ele não tirava os olhos do meu rego.

Como o pano do vestido é fino, imaginei que dava para ver a marca da calcinha toda socada na minha bundinha. Ri comigo mesma quando ao me levantar e me virar de frente para ele, notei que estava de pau duro e tentava disfarçar colocando as maos nos bolsos. Para poder olhar o tamanho, me agachei em sua frente com o rosto pertissimo do seu pau e coloquei a bola em seus pes. Acho que ele estava passando mal

Quando me levantei novamente, ele deu uma respirada tao forte que parecia que estava segurando o ar dos pulmões. Eles voltaram para o jogo de futebol e eu voltei ao meu jogo de deixá-los malucos por minha bocetinha. Me sentei no ultimo degrau da escada e fiquei assistindo ao jogo. Quase toda hora eu abria as pernas para ver se eles estavam prestando atenção em mim ou no jogo. Nem preciso dizer que era em mim né?

Teve até bola para fora sem goleiro, de tanto que eles não tiravam os olhos das minhas coxas, seios e boceta. Às vezes eu esticava uma das pernas e dobrava a outra fazendo eles terem a visão por completo da minha rachinha que a essa altura já pegava fogo.

Eu começei a torcer e fazer amizade com os meninos que foram super legais comigo (porque será né?). Eles deram uma parada quando um deles foi chutar a bola, olhou para minhas pernas e chutou um tijolo que seria uma das traves. Eu me sentia culpada por ter feito ele se machucar, então resolvi ajuda-lo.

Mandei ele se sentar e esticar uma das pernas. Me virei de costas para ele tendo cada uma de minhas pernas de um lado da dele e me ajoelhei para massagear o seu pé machucado. Os outros comentavam entre eles que se solbessem que eu ia massagear assim, também teriam chutado o tijolo. Eu fingia não ouvir, mas, ficava doida com aquilo.

Eu estava bem dizer de quatro encima do safadinho, com a bunda colada em seu rosto. Sentia a sua respiração quente e ofegante no meu rabinho e ficava com mais tesão ainda. Não satisfeita com aquilo, encostei a xana na sua perna para ele poder sentir o tanto que estava molhada. Me imaginava transando com todos eles ao mesmo tempo.

Sendo fodida pelo que estava machucado e pagando chupetas para os outros, tendo o meu vestido e calcinha rasgados por um daqueles moleques suados e cansados de sentir tesão, só olhando, sem poder tocar em mim. Eu estava com tanto tesão que sem querer deixei escapar um humm…

Para disfarçar, disse que ele podia ter deslocado o dedão e que teria que me ajudar a olhar. Então peguei uma de suas mãos e pus em volta da minha cintura dizendo que se ele sentisse dor, podia me apertar contra ele para aliviar. Olhei bem para o olho dele e depois olhando para o pau que estava visivelmente duro, disse com a maior cara de puta:

– Vai por mim. Você vai querer me apertar todinha. E com toda a certeza eu vou fazer sumir a dor e agonia.

Peguei a outra mão dele e mandei ele segurar o seu pé. Como eu estava de quatro em cima dele, fiquei espetada no seu colo. Começei a mexer em seu pé como se procurasse algo. Mas só fazia isso para despistar os amiguinhos dele. Na verdade eu estava era sentada em seu pau, mexendo de um lado para o outro e esfregando a minha xaninha em sua perna. Ele começou a gemer e a me puxar para ficar mais atolada em seu pau.

Era uma delicia estar bem no meio da rua com um menino totalmente desconhecido, esfregando o pau na minha bunda, enquanto cinco amigos dele nos olhava e esfregava o pau por cima do shorts sem poder acreditar naquilo que estava acontecendo, bem no meio do dia com uma menina que nunca tinham visto e na frente da minha casa, com o perigo da minha mãe nos pegar naquela esfregação.

Eu sentia o melado escorrer pelas minhas pernas, a vara dele duríssima como ferro na minha bunda. A sua mão agora já caçava a minha grutinha ainda virgem, para passar os dedinhos e sentir o meu tesão em forma de liquido. Começei a subir e baixar a bunda em seu colo, fazendo a minha bunda bater em seu pau, como se estivessemos metendo.

Ele não aguentou muito tempo, me deu um apertão contra o seu pau e gozou tremendo todo. O safadinho acabou por molhar o shorts e o meu vestido com sua porra, sem contar que gritou ao gozar. Eu disfarçei dizendo que era dor e que tinha colocado o osso no lugar, mas claro que ninguém acreditou…

Eu me levantei e olhei o estrago. Ele havia ensopado o seu shorts e feito duas rodelas de molhado no meu vestido. Isso tudo fora a molhadeira que a minha grutinha fez na sua perna. Uns meninos começaram a tirar sarro dele, porque ele havia gozado enquanto eu o massageava. Com vergonha, ele foi embora. O menino educadinho se ofereceu para me ajudar a limpar o vestido. Sem me fazer de rogada aceitei, empinando a bunda para ele tentar limpar com a mão.

Os demais estavam tao entretidos em zuar o amiguinho gozador que nem viram que eu, estava atras de uma arvore com as duas mãos nos joelhos com a bundona empinada e mandando o educadinho passar a mão. No começo ele ficou sem jeito até pela posição que eu me encontrava, mas com as passadas de mão ele foi se soltando e alisando cada vez mais a minha bunda.

Até que ele parou de alisar e começou a apertar. Nessa hora já estava doida para leva-lo para meu quarto e ensina-lo como limpar uma putinha (rsrs). Mandei ele segurar no vestido com as duas mãos e esfregar. O safadinho entendeu direitinho o meu pedido. Pegou e ergueu o vestido até a altura das minhas costas, me deixando com a bunda exposta a quem quisesse apreciar.

Fui indo com a bunda para trás e fiz ele me encoxar, enquanto rebolava de um lado para outro, fingindo ser porque ele esfregava meu vestidinho. O pau dele era maior e mais grosso do que o do amiguinho. Eu me jogava mais e mais naquela rola sentindo cada centimetro dela em meu rabo.

Ele já havia sacado o jogo e estava se aproveitando da minha situacao “fragil“. Afinal que culpa tinha eu que o amiguinho dele não conseguiu se segurar para poder chegar no banheiro e bater umazinha pra nova putinha do bairro? (Rsrs).

Eu mandei ele soltar o meu vestido e se agachar para olhar se tava saindo a mancha. O safadinho nem olhou mancha nenhuma so se agachou ergueu o meu vestido colocou a cabeca por dentro e ficou falando:

– Nossa, Isa, que bunda linda que voce tem. Eu tambem teria gozado se você se sentasse no meu colo. E que calcinha pequena voce tá usando. Dá até vontade de tirar e ver como você é gostosa sem ela.

O safadinho era tudo de bom. Educado, novinho, safadinho e muito lindo. Isso sem se falar do pau. Porque só pelo que ele esfregou, já dava pra ver que era gostoso. Eu queria pegar, punhetar, chupar e me melar toda com a sua porrinha. Mas não. Não ali. Não com os caras ainda perto e conversando. Queria ele na minha casa, na minha cama!!!

O safadinho deu uma lambida na minha xaninha por tras, que foi da porta da boceta até o meio da minha bunda passando por cima do meu cuzinho. Se não fosse a calcinha, ele teria sentido o meu gostinho. Eu não sei bem se gozei, mas, fiquei com as perninhas bambas. Mandei ele voltar a se esfregar em meu rabo, porque queria sentir todo o seu leitinho escorrendo pelo meu rabo.

Ele subiu o meu vestido e tomei um susto quando percebi que ele tinha tirado o pau para fora. No começo fiquei assustada achando que ele ia me penetrar, mas que nada. Ele era muito educado para fazer esse tipo de coisa. Só esfregou na minha bunda como se estivesse metendo, mas, o tempo todo ele falava da minha xaninha em meu ouvido.

– Eu só tinha visto boceta em filmes e revistas, mas a sua é linda assim como você. Eu gostei do cheiro da sua xana queria mesmo era labe-la todinha. Chupar ela até você gozar na minha boca só para poder continuar chupando. Que delicia de xoxota.

Tanto que não aguentei. Puxei a calcinha de lado, coloquei dois dedos dentro e gozei com o safado esfregando o pau no meu reguinho, agora já sem a calcinha entre o meu cuzinho e a rola dele. Quando terminei, tirei os dedos e dei para o putinho cheirar. Nossa! Ele SE ACABOU COM O MEU CHEIRO. Cheirou, lambeu e pediu mais.

– Deixa eu passar o pau na sua xana? Prometo que nao ponho dentro.

Pensei comigo ¨essa conversa é velha¨. Mas não sei porque, ele me passava tanta confiança que acabei empinando ainda mais a bunda para o pau dele ficar entre as minhas coxas. Eu fiquei mexendo com as pernas bem fechadas para que fosse o mais parecido possivel com a penetracao vaginal. Ele se acabou de meter em minhas coxas.

Me pediu para sentir novamente o cheiro da minha xana, então eu enfiei de novo dois dedos nela e dei para ele cheirar. Eu pedi que ele gozasse ali mesmo nas minhas coxas. Ele cheirava os meus dedos e falava coisas lindas, tais como:

– Voce é demais! Uma mulher como você não existe. Você é o desejo de todo homem. Eu te quero com tempo e em quatro paredes.

Eu ficava tonta de gozar com aquele safadinho lambendo e chupando os meus dedos, enquanto metia nas minhas coxas. Ele me pediu para dar-lhe a minha calcinha para que ele sempre pudesse cheirar e matar a saudade de mim. Só quando eu prometi dar a minha calcinha a ele, é que ele gozou melando toda a minha coxa. A minha calcinha tambem ficou toda melada e pegajosa.

Apesar de ainda ser um menino ele gozava feito um homem. Gozou litros de porra em mim me deixando com as coxas colando uma na outra. O meu vestido tambem fico sujo. Eu não tinha como passar pelos outros meninos e nem como entrar em casa no estado em que estava.

Falei para ele o meu drama e ele me disse para entrar pela janela do meu quarto. Disse que não conhecia o vizinho que fazia divisa com a nossa casa já que meu quarto era o de fundo com a janela virada para a janela dele. Ele riu e me disse:

– Prazer. Sou o Edu seu vizinho. Aquele quarto e o meu. Vamos, que a minha mãe nao tá. Dá pra entrar.

Fui para a casa dele com a calcinha ainda melada toda enfiada na bunda e as pernas colando. Ainda tinha que dar a calcinha para ele como havia prometido, mas, isso já e outra historia para outro conto.

Espero que tenham gostado. Ainda apronto algumas coisinhas. Agora quero conhecer um casal bi para brincarmos. Interessados, deixem comentários e e-mail para contato. Bjs.

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