Minhas amigas e Eu Com Seis Moleques Tarados

Nossa, já faz um tempinho que não posto nada aqui, afinal, fiquei viciada em relatar minhas putarias diárias. Na verdade esse espaço serve exclusivamente pra eu descarregar minhas loucuras contantemente vividas por mim e meus amigos de Faculdade, e olha que não são poucas, e sempre tem algo inusitado acontecendo no qual me envolvo. Desta vez a loucura sexual na qual me envolvi tem haver com o tempo em que eu fiquei distante deste site aqui, afinal, no lugar onde eu estava não pegava internet, muito menos celular, daí fiquei umas duas semanas e meia impossibilitada de me conectar com o resto do mundo, porém, valeu a pena, ou melhor, valeu muuuuiiiitooo a pena. Eu tava numa cidadezinha de interior, dessas bem escondidas e distantes de tudo, principalmente da pressa humana, estresse e da modernidade em si, pois o que havia no lugar era só mata densa e virgem, rios, lagos e cachoeiras de águas cristalinas. O nome do lugar é Morada do sol, a 27 horas da minha cidade, fui na companhia das vadias das minhas amigas de facu, Fernadinha, Silvana, Robertona e da Josie, que aliás, era dona de um aconchegante sítio que ficava nesse lugar, presente de seu rico paizinho, e para o qual estavamos indo passar alguns dias. Nossa, que lugar agradável e tranquilo, quanta paz e silêncio…porém, só faltava uma coisa pra nos deixar mais satisfeitas ainda, uma bela rola latejando de tesão a disposição de nossas xanas sempre carentes, pois, aquele lugar era excelente pra uma gostosa trepada, sem pressa nem tempo pra acabar, até poderíamos gritar desesperadas a cada gozo que ninguém escutaria ou atrapalharia. Só que estávamos a sós, havia alguns moradores locais, mas, ninguém que nos provocasse tesão de fato. No outro dia, acordamos as 10 da manhã, e resolvemos desfrutar das belezas naturais do lugar, pegamos nossas mochilas e seguimos estrada a dentro, por trilhas em matas fechadas e por estradinhas de terra. Até que, adiante, um moleque de uns 14 anos, que provavelmente morava por perto e consequentemente conhecia todos os cantos daquele lugar se ofereceu pra mostrar uma cachoeira que só ele conhecia o trajeto, daí fomos sem medo nem pressa, enquanto o moleque falava sem parar, com seu sotaque capial carregado e que muitas vezes nos fazia rir, seu nome era Gilvan e durante todo o caminho ele se mostrou muito simpático e alegre, afinal, morar naquele paraíso só podia fazer de seus moradores pessoas felizes. Chegamos a tal cachoeira, perfeita, um presente ao nosso cansaço após tanto caminharmos. Enquanto nos deleitávamos diante tamanha beleza, Silvana jogava a sua mochila ao chão, tirando seus tênis, meias, bermuda e blusa, ficando só de calcinha e sutiã, só assim o moleque parou de falar, pois ficou impressionado com a gostosura de corpo que tinha a vadia da Silvana. Ela então perguntou se ele nunca tinha visto uma mulher nua antes, e, visivelmente constrangido, gaguejando e engolindo saliva, ele apenas balançou a cabeça em sinal de não, foi aí que a destrambelhada da Silvana tirou logo tudo exibindo-se pro moleque que sorriu amarelado e correu mata a dentro de tão envergonhado. Minutos depois estávamos todas nuas dentro daquela límpida água, aproveitando ao máximo a cachoeira, quando de repente um barulho vindo de uns arbustos nos deixou assustadas, pois, alguém estava nos espionando, aí pensamos que era o tal moleque escondido, enquanto tocava uma punheta pra nós, foi aí que a Josie pediu que ele saísse de lá e viesse banhar conosco, o moleque atendeu e saiu de detrás dos arbustos, só que pra nossa surpresa ele tava acompanhado de mais cinco outros moleques, o mais velho devia ter uns 17 anos, porém, todos com cara de punheteiros profissionais, que nunca se quer viram um peitinho de perto, a não ser os de suas mães. Daí a Fernandinha chamou eles pra junto de nós, saindo da água e logo pegando o mais velho pela mão, um negro parrudo e de cara feia, em seguida eu, a Robertona e a Sivana fizemos o mesmo, escolhendo cada uma um molequinho, já a Josie não teve escolha e chamou os dois que sobraram pra perto dela dentro da água. Eu fiquei em uma pedra grande, de frente pra cachoeira com um moleque de uns 13 a 15 anos, baixinho e meio gordinho, a Robertona ficou ao meu lado com um de 14 a 16, corpo franzino e rosto muito bonito, já a Silvana preferiu subir as pedras e ficar a sombra de uma árvore de galhos baixos, na companhia do nosso guia, o Gilvan, que não tirava os olhos do corpaço dela, a Josie estava com dois de mais ou menos 14 a 16 anos e de corpos magros, porém um era mais alto, enquanto a mais devassa de nós, a Fernandinha, ficou entre uns arburtos em cima de um capim ralo e verdinho com o moleque mais velho, o negrinho feioso com cara de tarado e 18 centímetros de rola grossa e dura. Cada uma de nós, cheia de tesão e louca pra descontar o tempo que já estávamos alí sem trepar, cuidou logo de chupar cada qual a piroca deles, alguns chegavam a gemer alto de tão excitados, outros não aguentaram e gozaram em nossas bocas a dentro. Em poucos tempo após os boquetes estávamos todas fudendo com os molequinhos afoitos. Eu, de olhos fechados, e de costas na pedra, sentia toda a virilidade e juventude do meu molequinho que parecia um vibrador ligado no máximo por sobre meu corpo, socando rápido e sem parar a minha xoxota molhada, até que quase sufoquei ele quando gozei intenso, pois, na hora eu puxei seu corpo contra o meu com as mãos e apertei seus quadrís entre minhas cochas e pernas com muita força, tanto que ele gritou assustado, me pedindo calma e me chamando de doida, eu calei ele pegando seu rosto com as duas mãos e roubando um beijo, chupando forte a sua língua, tirando o seu fôlego, já a Silvana, de pé, segurava nos galhos da árvore de costas pro Gilvan, pernas abertas e de bunda empinada enquanto ele socava sua piroca dura no meio do seu cuzinho, os galhos chacoalhavam e o pequeno Gilvan segurava firme a cintura dela e metia sem dó , parecendo um animal bruto enjaulado, fazendo com que ela pedisse mais e mais, a Robertona por ser toda exagerada, seios fartos, cochuda e bunduda fez com que o seu molequinho trabalhasse em dobro, sentada de frente e em cima dele, rebolava sem parar com a rola dele toda enfiada na sua bocetona rechonchuda e depilada, o moleque nem fechava os olhos só pra admirar aqueles peitões balançando enquanto ela fodia ele, a Josie, na beira do riacho e de quatro, com a sua bela bunda redondinha, branquinha e empinada, com a sua xoxota rosadinha e depilada virada pra um dos moleques, era fodida velozmente enquanto chupava a rola dura e babada do outro que gemia feito um bezerrinho, a Fernandinha, por sua vez, entrava na rola grande, grossa e dura feito ferro do negrinho feioso, que comia a boceta dela sem dar intervalos, sem deixa-la respirar ou pedir para mudar a posição, Fernadinha estava toda molhada entre as pernas de tanto gozo que a rola do moleque lhe proporcionava, e ele, ao mesmo tempo que chupava com vontade os seus peitos, socava forte e sem parar, arrancando gemidos e mais gemidos dela, que estava delirando de tanto tesão. Passamos o resto da manhã e fomos até o meio da tarde trepando com os molequinhos, que não demonstravam cansaço nenhum, visto que a cada esporrada, seus paus pareciam ficar mais duros e eles com mais vontade ainda de continuar trepando, afinal, certamente eles só voltariam a nos ver se caso voltássemos áquele lugar. Porém, como tudo o que é bom tem que acabar uma hora, nós tivemos que dizer até logo a eles, só mesmo a Fernandinha continuava sendo fodida, pois, o moleque negro não queria parar mesmo, aliás, dá até pra entender o porque, pois, a Fernandinha é do tipo de garota que, quanto mais você fode, mais quer foder, visto que além de ter cara de vadia ela é tão fogosa quanto uma vadia, vai ver isso provocou no moleque negro tal louca reação. Nos vestimos, pegamos nossas mochilas, os outros moleques foram embora e lá estava a Fernandinha, ainda de quatro no meio daquele capim, sendo fodida intensamente pelo negrinho tarado. Voltamos pra casa do sítio já a noite, dormimos aliviadas e todas de xoxotas esfoladas de tanto trepar. Ao acordarmos mal saimos da casa e lá estava o Gilvan acompanhado pelos outros moleques, esperando or nós e dizendo que desta vez iriam nos levar pra conhecer outras maravilhas naturais do lugar, afinal, nós ainda não tínhamos conhecido nada. Detalhe: só estávamos no segundo dia de passeio.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 1 votos)
Loading...