Mulher da Roça Também Pode Ser Puta!

Meu nome é Rita, tenho 44 anos agora, quando do acontecido tinha 40, somente a dois anos atrais. Não sou nenhuma beldade, porem me acho e me sinto gostosa, tenho uma bela bunda, cobiçada por muitos, só agora é que sei que cobiçam minha bunda! Um belo par de tetas, sim e uma buceta pequena e apertada…

Sempre morei no interior de São Paulo, mais especificamente na cidade de Bauru. Meu marido um Homem forte e rude, foi meu primeiro homem, primeiro e único até o acontecido, trabalhávamos com a venda de legumes e verduras, as quais plantavam e negociavam com o comercio local, além de uma boa quantidade ser mandada para a capital ao mercado municipal.

Meu trabalho era simples, fazer e servir o almoço dos “meninos” que ajudavam meu marido na plantação, o resto era por conta dele, por trabalhar na roça nunca me preocupei muito com roupas bonitas, maquiagem nem jóias. Apesar de ter um relacionamento digamos frio com meu marido, que nem sempre me queria, e quando queria só pensava em meter seu pinto duro na minha xotinha sem ao menos um beijinho, um carinho, e depois de umas dez socadas já esvaziava o saco, e me deixava na mão, nunca reclamei, mais sempre que eu começava a gostar de sentir o cacete duro me rasgando a buceta, ele terminava o serviço e eu a ver navios!

Numa dessas deixada de mão, eu estava sedenta de tesão, devia estar nos dias de ovulação, sei lá. Sei que minha buceta tava daquele jeito, babada, melada, se eu torcesse minha calcinha dava pra encher um copo! Eu tinha que matar meu tesão de qualquer jeito, e não tinha outro jeito se não tocar uma siririca bem tocada, sai do quarto e fui para a varanda, era noite e estava escuro, ninguém me veria ali. Me sentei numa cadeira e abri as pernas, minha xota estava em brasa, passei um dedo e tremi, comecei a seção devagar imaginando um cavalheiro, um outro homem mais carinhoso, gostoso do pau cheiroso, socava e tirava dois dedos da buceta devagar, as vezes com força e com a outra mão alisava meu cuzinho virgem! Logo estava gozando, feito uma vaquinha safada!

Passei a me masturbar todos os dias, e já não bastava, eu queria era pica, queria rola, um cacete duro e pulsante me fodendo a buceta sem dó nem piedade, queria um macho que me fodesse e me chamasse de vadia, de puta, estava ficando louca. Numa noite qualquer, quando ele veio me comer, percebeu minha bucetinha inchada e muito melada, quis saber se eu estava dando pra outro, lhe dei um tapa com gosto na cara e disse: nunca mais repita isso, seu merda! O homem virou um bicho, me deitou de costa e socou a língua em meu cuzinho, chupava o liquido que escorria de minha xota, e batia em minha bunda, eu gemia alto, ele urrava e dizia: eu gosto é de comer puta, agora sim você virou uma puta, esta com tesão é? Ta com a buceta coçando, com fome de rola? Toma cadela e tem mais vou comer o teu cú, vou te arrombar toda!

Essas palavras entravam como uma bomba em meus ouvidos, minhas pernas bambearam, e senti o mundo rodar, comecei a tremar e achei que ia morrer, mais era tão bom , que tenho certeza que não mataria ninguém. Ele me puxou pelos cabelos e esporrou em minha cara, isso foi demais, após ficou me olhando e saiu, eu fiquei caída, melada de porra mais com uma sensação de bem estar danada.

Os dias seguintes não nos olhamos direito, e o meu tesão passou um pouco, meu marido numa de suas entregas acabou caído de mau jeito e quebrou a perna direita. Foi um reboliço la em casa, afinal era ele quem fazia as entregas locais. Ficou resolvido que enquanto ele não pudesse dirigir um dos rapazes sairia com o caminhão e eu faria as entregas.

Assim foi feito começamos as entregas em lanchonetes, supermercados e sacolões da região, tudo ia bem até a segunda semana quando tivemos que entregar numa mercearia pequena que havia numa cidade vizinha a nossa, já era fim de tarde, era também a ultima entrega, o rapaz que dirigia a caminhonete parou e eu desci para fazer a entrega, não havia necessidade dele descer era somente alface e era muito leve, eu daria conta!

Depois de descer umas duas caixas, apareceu o dono do local, um senhor de uns 65 anos, mal vestido e mal cheiroso, sujo e barbudo, com um sorriso sinico no rosto me deu um boa tarde. Eu estava com um vestido simples e como desde a hora do almoço estava na rua com as entregas, acabei não percebendo que ele estava rasgado do lado, um pequeno rasgo, mais por ali ele pode ver minhas coxas, e babando literalmente disse: dona, seu vestido esta rasgado, desculpe mais não pude deixar de olhar, suas belas coxas!

Eu apenas pedi que ele assinasse o papel da entrega e sai, em casa meu marido quis saber sobre as entregas e disse que não tinha novidades, passou-se uma semana e nem me lembrava mais do senhor asqueroso, foi quando no dia que iria voltar lá fiquei com medo e disse que não ia, meu marido quis saber o porque, eu disse apenas que era longe e cansativo. Ele me disse , vá essa vez, e na próxima semana daremos um jeito.

Lá fui eu, receosa mais fui, quando faltava apenas a entrega dele cuidadosamente conferi minha roupa, meu vestido estava inteiro, nada fora do normal, quando encostamos o maldito já estava na porta como se estivesse nos esperando, logo veio novamente: boa tarde senhora, como tem passado?

Bem, obrigada, tome vá assinando enquanto descarrego as caixas, disse eu! Estava tudo correndo tranquilamente, até que por um infortúnio uma das caixas caiu de minha mão e quebrou-se, espalhando os pés de alface, como já estava nos fundos da loja e não havia ninguém me pus ajoelhada e fui pegando um por um. De repente senti que tinha alguém me observando, pois não era o dito cujo! Estava de pé na porta e apertava o saco enquanto observava minha posição, minha bunda, minhas coxas.

Levantei-me e fui saindo quando ele me pegou pelo braço e disse: calma, porque a pressa? Olha só como você me deixou, estou com o pau doendo de duro e voc~e é a culpada. Não sei do que o Sr. Esta falando! Disse querendo me soltar.

O velho falou quase sussurrando: Aquele dia você fez de propósito, deixou as coxas pra eu ver, e hoje estava com o rabão pra cima me provocando, pensa que sou muleque? Pensei em gritar pelo rapaz, mais seria um escândalo maior, tentei argumentar, mais ela me apertou na bunda, e ao perceber que minha calcinha estava enfiada no rego, me apertou contra seu peito e disse: putinha safada, é isso que você é, uma casadinha safada, veio pronta me provocar!

Confesso que estava com medo, mais a situação me fez melar a calcinha, de medo de tesão, não pelo homem mais pelas palavras chulas, me soltou e fui embora, tremendo! Na semana seguinte meu marido já arranjara quem fosse no meu lugar, porem não tinha mais medo, e disse que iria, pois na semana seguinte ele já estaria apto para voltar ao trabalho.

Cheguei e não me dirigi a ele, descarreguei as caixas e pedi pra ir ao banheiro, pois estava a horas na rua, me deu a chave de um banheiro que segundo ele era mais limpinho. Fechei a porta e levantei o vestido, baixei a calcinha e sentei, não sei o porque, senti um tesão danado, ao ponto de tocar meu grelo, estava inchado, e comecei a melar, a babar com a buceta, não resisti e toquei uma siririca, não sei como mais ele estava na porta e estava de cacete duro, eu vi, e era grande, disse: sabia que você queria, agora vai ter, senti medo, agora medo mesmo. Tentei sair mais ele mais forte, me arrastou pro fundo, ao passar pela janela vi o rapaz ao volante estava cochilando, entramos numa saleta e ele tentou me beijar, não deixei homem nojento! Me bateu forte na bunda eu ao invés de reclamar gemi baixinho.

Sentou numa caixa e me pos de bruços, levantou minha saia me bateu com um chinelo, doía muito e eu até gritei, mais conforme foi ficando vermelha ele largou o chinelo e começou a me bater na bunda com a mão, dizendo: isso é pra aprender a não brincar com homem, safada, putinha casada. Ia falando e as vezes alisava minha bunda, eu estava tesuda e ele percebeu pelos meus gemidos e agora já estava com um dedo atolado em minha buceta, gemi alto e o safado socava com força, me soltou, mais não corri, corri sim, ao seu cacete, abri sua calça e coloquei o caralho pra fora abocanhei, tinha cheiro de pica, um cheiro forte de rola que me embriagou. Mamei forte e quando estava bem melado me ajeitei e sentei com vontade.

Come velho safado, come minha buceta, come filho da puta, me fode com gosto, você não queria, agora me fode de jeito… rebolava feito uma puta na rola daquele velho babão, estava irreconhecível, uma puta de verdade, o safado me empurrou e me bateu nacara, me puxou pelos cabelos e meteu em minha boca, gozou feito um bode velho, e eu sua cabra safada, engoli tudo….

Fui embora assada, e gozada, meu marido nem desconfia disso.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,00 de 1 votos)
Loading...