Quartel do sexo

eu nome de guerra é Jardel, sempre tive falta de pelos no corpo, na adolescência meus amigos brincavam comigo de que me faltavam hormônios masculinos, até me deixarem encucado. As vezes uns passavam a mãos na minha bunda, repelia a mão deles. Uma vez para pularmos o muro da casa abandonada um menino me ajudou a subir com a mão na minha bunda, e lá dentro da casa para fazer xixi tive que baixar as calças até o meio da minha bunda e um amigo mais velho que os outros se encantou com minha bunda e passou a me perseguir, fiquei com medo dele porque era mais forte que eu. Ele sempre queria ver minha bunda, mas não deixava. Um dia sai atrás dos meus amigos para brincar de qualquer coisa, e encontro o menino mais velho, pergunto pelos outros meninos, ele responde que todos estão dentro da casa abandonada, na hora de pular o muro ele me levanta pela bunda e da um apertãozinho, não digo nada porque queria encontrar os meninos. Nós dois dentro do terreno, pergunto pelos outros, ele responde que estão mais para os fundos e vamos até lá, não havia ninguém. Ele pede para ver minha bundinha nua, não mostro, ele pede para eu mostrar de longe, com medo vou alguns passos para longe e mostro um instantinho e já subo, ele disse que não viu direito, tive que mostrar novamente. Ele se aproximou e colocou as duas mãos na minha bunda e disse que parecia uma bunda de mulher, não gostei da observação dele. Em casa fui para o espelho ver minha bunda, o que parecia, realmente não tinha nenhum pelo, nem nas pernas e nem na bunda. Passado alguns dias novamente ele quis ver minha bunda, resisti e ele pediu só um pouquinho, de medo dele abaixei meu short e ele logo colocou a mão, deixou o dedo passar de leve no meu cuzinho, dei um salto e reclamei, ele disse que só tinha dado uma passadinha de nada. Passado mais algum tempo ele já pedia para passar o dedinho por mais tempo, cuspiu nos dedos e brincou com minha entradinha. Gostei mas nunca mais deixei. Então fui para o quartel, lá começaram as brincadeiras sobre minha bunda. Tinha um rapaz loiro que era o mais bonito da turma, tinha um jeito diferente dos outros. Sua beleza era comentada, ele se dizia garanhão, que pegava quem ele queria. A imagem dele não saia da minha cabeça, ele passou a ficar sempre próximo de mim, era meu melhor amigo. Uma vez ficamos por ultimo no banho e ele não tirava os olhos de mim, fiquei meio constrangido, ele elogiou meu corpo, fiquei pensando que ele queria me comer. Passei a me interessar por ele, não estava me reconhecendo. Fomos para um campo de 15 dias longe da cidade. Em outro banho juntos ele passou a mão na minha bunda, tremi mas deixei, com sabão a mão deslizou por toda minha bunda e chegou no meu cuzinho e ali ficou, meu pau endureceu e ele viu, disse que estava a fim de mim, fiquei calado olhando para ele e tremendo, saimos do banho para não notarem nossa demora. A noite ficamos de serviço juntos a noite e mais um soldado, com dois pontos para ficarmos de sentinela. Este soldado loiro combinou sem eu saber com o outro soldado que eu e ele ficaríamos de sentinela sozinhos e ele poderia descansar a noite toda, ele logicamente gostou sem perguntar nada. Após o acampamento silenciar ele me procurou para conversar e sugeriu para transar nesta hora porque todos estavam dormindo. Baixamos nossas calças e o soldado loiro ajoelhou na minha frente e colocou meu pau na boca, nunca tinha imaginado uma cena semelhante, pensei que seria comido e ele era veadinho, gozei na boca dele, que tomou todo meu gozo. Virei a bundinha para ele que passou a massagear meu cuzinho, pedi para ele me comer, mas com delicadeza que era virgem ainda, de pau meio flácido não conseguia me penetrar, aquele esfrega, esfrega me deixou com um tesão incrível, depois de muitas tentativas o pau dele entrou um pouco, só entrando tudo depois de muito tempo, não consegui gozar, me confessou que era a primeira vez que comia alguém, que era passivo. Fez eu comer ele, seu cuzinho já acostumado, sumiu com meu pau, gozei dentro dele sem camisinha, a noite passou rápido. Ele me confessou que me desejava muito, e disse que estava querendo repetir tudo de novo, nossos pau estavam crescendo, mas a esta hora não podíamos fazer nada. Na sexta feira fomos pra casa, ele pediu para eu aparecer na sua casa, fui sexta feira mesmo, no seu quarto, nus, repetimos o que fizemos no quartel, desta vez ele conseguiu gozar em mim, ele chupou meu pau e deixou muito duro e pediu para eu comer ele também, gozei nele também, nos beijamos e depois dum banho, saímos pra rua para conversar. Descobri que gostava de levar um pau na bundinha e de comer uma também. Fizemos sexo muitas vezes até que descobrimos que gostávamos de ser comidos do que comer. Estávamos pensando como resolver isto, queríamos ser comidos. Resolvemos encontrar dois homens para nos comer, encontramos só um, e numa praça bastante escura, levamos aquele homem para nos satisfazer, o homem comia um e outro, até que gozou nele. O homem foi em bora e nos deixou, dizendo que traria um amigo para nós ficarmos cada um com um homem. Na outra noite tinha um para cada um, o amigo loiro chupou seu macho e depois foi enrabado, esgotando as forças de seu homem, o meu queria colocar o pau na minha boca, não deixei, me comeu reclamando que não queria chupar. Foram em bora, ficamos só nós, pedi para treinar a chupar seu pau, ele deixou, chupei até cansar, o pau não endurecia e nem gozava, paramos. Gostei de chupar sem ter leitinho no final. De volta ao quartel, queríamos dois homens para nós, mas como resolver isto, poderíamos ser preso ou expulso do quartel. Conversando com outro milicos, encontramos dois que tinham namoras e ficaríam de castigo o fim de semana, resolvemos dormir no quartel, que era permitido para qualquer um. Como eu tinha a bundinha mais lisinha e bonita, após o banho, passaria nu por eles e deitaría de bundinha pra cima, deu resultado, um chamou o outro para olhar, como fiquei imóvel, um arriscou um carinho, o outro também fui abrindo as pernas e deixando, meu amio loiro mandou eles me comerem, que eu queria, e foi tirando seu calção e de quatro pediu para ser comido também, sem reagirmos, fomos comidos, cada soldado gozou uma vez em cada um de nós dois, e desestressamos os milicos, que encontraram uma válvula de escape. Outro dia no quartel, já tinha cinco milicos para nós dividirmos, tomei meu primeiro gole de leitinho, no ritmo de brincadeira, gozaram várias vezes em nós, e fomos para casa, mas faltava nós gozarmos, então cada um comeu o outro. Num fim de semana combinaram um churrasco para nos comer, havia seis milicos e um cabo no churrasco, comeram nós antes e depois do churrasco, acho que poderia ter mais uns dois homens para cada um. Dormi junto com dois milicos que ainda tinham energia. Depois os milicos queriam ver um comer o outro, enquanto um comia o outro, de tesão chupávamos dois soldados, gozava por baixo e tomava leite por cima, depois foi a vez do loiro. Passou o tempo de quartel e eu e loiro continuávamos juntos, ora só nós, ora junto com outros homens.