Dei a bundinha com 11 aninhos no matinho em frente a escola – parte 2

Esta é a continuação do meu primeiro relato, depois que dei a bundinha aos 11 anos pro meu colega de aula mais velho o Maurício de 16 anos no matinho em frente a nossa escola, fiquei imaginando como seriam meus dias na escola depois daquilo. Ele disse que me comeria de novo, coisa que eu queria muito que acontecesse, mas também ficava pensando se ele manteria o segredo como tinha prometido.
Fui para a escola nos dias seguintes e parecia que um tinha algo escrito na minha testa contando o que eu tinha feito, andava mais encolhido e calado do que de costume. As conversas de sacanagens e risadas dos garotos do fundão durante as aulas me incomodavam muitos pois pensavam que podiam estar falando de mim, principalmente quando ouvia a voz do Maurício. O Maurício continuava me apalpando e apertando meus peitinhos quando eu chegava na sala pela manhã, eu agora gostava e já ia mais cedinho para a escola para ser apalpado por ele. Às vezes o Marcos estava junto na sala, mas eu disfarçava e deixava que o Maurício me tocasse.
Finalmente a semana seguinte chegou, pensava: será que ele vai ficar na cidade a tarde como na semana passada? Será que vai mesmo querer comer meu cuzinho de nosso?
Do mesmo jeito que da primeira vez, o Maurício me falou que ficaria na cidade na parte da tarde e que estava com muito tesão, queria comer meu cuzinho de novo no mesmo lugar de antes, mas que dessa vez seria ainda melhor e que eu iria aproveitar e gostar ainda mais. Eu sorri todo tímido respondendo que iria sim. Ele sorriu todo safado dizendo:
-Então tá minha putinha! Mas dessa vez vou estar te esperando lá na caixa d’água, tu já sabe o caminho. Não me dá bolinho não heim. Vem logo depois que bater o sinal para a entrada dos alunos da tarde, se não já sabe, conto pra todo mundo que tu dá mesmo a bundinha.
-Eu não vou dar bolinho não. Mas tem que prometer que não vai falar nada. (Respondi).
-Já disse que não conto, mas só se hoje você fizer tudo direitinho. Quero te dar de mamar, chupar essas tetinhas de menininha e meter rola no teu cuzinho apertado de novo. Hoje a gente vai brincar sem pressa.
Dei um sorrisinho e balancei a cabeça dizendo sim. Ouvir aquilo me excitou e passei o restinho da manhã querendo que a tarde logo chegasse. Fui para casa e nem almocei direito, disse para a minha mãe que tinha trabalho para fazer na escola peguei minha mochila para disfarçar e fui encontrar com o Maurício na caixa d’água do matinho da escola.
Subi pela trilha como da primeira vez e quando fui chegando mais perto do local ouvi conversa. Me aproximei e vi que o Maurício estava lá como ele havia combinado, mas o que não estava combinado era que teria mais alguém com ele. Olhei e vi o Marcos, nosso colega. O Marcos era um menino de uns 14 ou 15 anos, mais baixo que o Maurício, mas bem mais alto do que eu, era mais entroncado e gordinho, morava na mesma localidade que o Maurício e eles vinham no mesmo ônibus para a escola.
Fiquei decepcionado, com o Marcos ali não iria acontecer mais nada e eu já estava pensando em voltar quando lembrei que seria melhor me o Maurício pelo menos me visse e assim soubesse que eu não tinha dado bolinho e que culpa de não acontecer nada era dele por ter deixado que o Marcos o acompanhasse até o nosso lugar.
Quando eles me viram chegando os dois foram me encontrar, o Maurício sorria todo safado, não parecia estar nada constrangido, o Marcos só me olhava com um sorriso de canto de boca. O Maurício me pegou pelo braço e já foi tirando a minha mochila das costas me levando para junto deles e dizendo:
-Não te falei que hoje tu ia gostar ainda mais? Hoje a minha putinha vai dar pra dois.
Fiquei sem reação e muito indignado. Ele tinha contado para o Marcos o que havíamos feito mesmo depois de ter prometido não contar para ninguém.
-O Marcos nunca comeu um cuzinho, fica só treinando na punheta, falei pra ele que a minha putinha adoraria dar o bundinha pra ele. É claro que você vai dar né viadinho? Cê sabe como é, ou dá a bundinha ou conto pra tudo mundo que a bixinha tetudinha do quinto ano dá a bunda pra quem pedir. Viu as picas desenhadas na tua classe? Os guris só tão te zoando por causa dos teus peitinhos, mas se a gente contar que tu dá a bundinha e que eu comi teu cuzinho ai já era, a escola toda vai falar de ti.
Fiquei com muita raiva do Maurício e com vontade de chorar e sair correndo. Não estava acontecendo como eu havia imaginado. Não estava nada à vontade com a situação. O Maurício ainda me segurava pelo braço e depois foi logo apertando meus peitinhos, o Marcos ria e comentava que eu tinha jeito de menina mesmo. Então o Maurício ordenou:
-Tira a camiseta e fica de joelhos?
Recusei, não queria tirar a camiseta e muito menos ajoelhar na terra. A terra estava úmida, cheia de folhas mortas e galhos de pinheiro.
-Não vou ajoelhar, vou sujar minha roupa e a minha mãe vai ficar me perguntando como me sujei assim na escola.
Vi que o Maurício ficou mais quieto, pensativo, o Marcos só me olhava com aquele sorriso no rosto. Então o Maurício voltou a ordenar:
-Então tira as calças também. Mas que tu vai ajoelhar e aprender a mamar uma rola hoje tu vai. Anda tira logo.
Obedeci, tirei meu tênis e meias, depois as calças, colocando-os sobre a minha mochila. O Maurício tirou minha camiseta antes que eu ajoelhasse. Estava só de cuequinha ajoelhado na frente deles. O Marcos elogiou os meus peitinhos e vi que ele já estava com um volume na calça. E ele foi primeiro. Colocou o pau pra fora e eu senti logo o cheirinho da rola dele. Não era tão grande como a do Maurício, mas era bem grossinha. Confesso que senti um misto de nojo com tesão.
O Maurício mandou que o Marcos esfregasse o pau dele na minha boca e que eu segurasse no pau dele e começasse a chupar. Segurei e senti aquela rola quentinha e bem dura na minha mão, relutei um pouquinho para começar a chupar, dei duas lambidinhas na cabeça do pau do Marcos, senti um gosto azedo e salgado, não gostei no início, mas depois fui lambendo até tomar coragem e colocar a cabeça do pau dele toda na minha boca. Chupei do jeitinho que conseguia, nunca tinha chupado um pau antes. Eu tentava não olhar para o Marcos mas não resistia, ele gemia bastante.
-Agora putinha, chupa a rola do Marcos e com a mãozinha faz vai e vem na rola dele. (Mandava o Maurício)
Fiz o que ele mandou e não demorou muito e o Marcos não aguentou, gozou na minha boca e no meu rosto. Senti o gosto da porra e não gostei, engoli um pouco mas cuspi fora o resto. Olhei para o Marcos e ainda pingava porra da rola dele. E logo o Maurício disse:
-Agora é minha vez! Abre a boquinha e mama bem gostoso.
Ele abriu a calça e tirou o pau bem duro pra fora, dessa vez eu fui logo lambendo e chupando a cabeça do pau dele. Mas o Maurício não era como o Marcos, ele segurou no meu cabelo e foi forçando o pau dele na minha boca, enfiando mais fundo, quase engasguei e meus olhos lacrimejaram. Ele começou a fazer um vai e vem na minha boca. Depois tirou o pau de dentro dela e pediu para eu chupasse o saco dele. O saco dele era peludo mas não muito, eu lambi e senti algo que na minha cabeça ao onze anos parecia ser as “penugens” dos cabelinhos do saco dele, senti uns farelinhos na minha boca, na verdade o saco dele estava era sujo e seboso.
Voltei a chupar a cabeça do pau do Maurício e ouvia ele gemendo, olhei pra ele e então comecei a ir mais devagar e com cuidado, não queria ganhar o leitinho na minha boca. Para minha surpresa o Maurício me mandou parar de mamar nele e deu dois passos para trás.
-Espera um pouco, putinha. Fica de 4. Isso, bem obediente. Marcos, abaixa a cuequinha dele.
Fiquei de 4 e o Marcos foi para trás de mim abaixando a minha cueca, eu estava de pintinho duro e ele riu. O Maurício me olhou assim de 4 disse:
-Mama a minha rola enquanto o Marcos come o teu cuzinho.
Ele abaixou as calças até os pés para que ficasse com os joelhos nus ao tocar na terra e assim não sujar a roupa, se ajoelhando na minha frente com a rola na minha cara, chupar assim de 4 era mais difícil pra mim e ele me ajudava fazendo vai e vem na minha boca. O Marcos se abaixou, mas nem lembrou de cuidar a roupa, foi logo tentando me penetrar e não conseguia, não entrava e dei um grito, quase mordendo o pau do Maurício.
-Passa cuspi no cuzinho dele com o dedo e depois na ponta do teu pau, Marcos. Vai entrar mais fácil, esse viadinho tem o cuzinho muito apertado.
Senti o dedo do Marcos na minha bundinha e o molhadinho de novo, agora sabia que era mesmo saliva. O Marcos sarrou um pouco o meu cuzinho e sem muito jeito meteu a cabeça da rola arrombando meu cuzinho, doeu mais do que quando o Maurício me comeu da primeira vez, ele era todo desajeitado, não sabia fazer direito, quando entrou a cabeça e meteu o resto sem dó, eu gritei e comecei a chorar, o Maurício tratou logo de pôr a rola dele na minha boca de novo e só me mandava mamar e ficar quieto para ninguém nos ouvisse, obedeci ficando quietinho e chupando do jeito que conseguia pois a dor na minha bundinha me tirava a atenção.
O Marcos bombou na minha bundinha por uns poucos minutos, eu me contorcia todo de dor e isso parecia que o excitava ainda mais, ele logo gozou dentro de mim dando um gemido alto. Diferente do Maurício que ficou um tempinho com a rola dentro de mim, ele foi logo tirando e meu cuzinho apertava a rola dele fazendo com que doesse mais. Ele gozou tanto quanto gozou na minha boca, logo senti o leitinho escorrer do meu cuzinho pelas minhas pernas. Meu cuzinho ardia e doía muito, mas meu pintinho latejava, estava todo dolorido mas super excitado com muita vontade de fazer xixi mas nada saia.
Depois foi a vez do Maurício, ele levantou, eu não tinha conseguido fazer ele gozar com a mamada. Ele foi para trás de mim também, mandou que o Marcos ficasse na frente, perto de mim para que me segurasse caso eu não quisesse. O Maurício olhou para a minha bundinha e falou:
-Nossa que putinha você. Cuzinho todo gozado e ainda piscando pedindo rola. Não vou comer cuzinho sujo de porra não. Levanta a perninha cadelinha, levanta. Vou tirar toda a tua cuequinha para limpar essa bunda melada.
Ele terminou de tirar minha cueca e com ele passou na minha bundinha e no meu cuzinho limpando a porra do Marcos. O Maurício foi esfregando a mão na minha bundinha, passando o dedo indicador no meu cuzinho, depois me sarrando com o dedo, meu cuzinho já estava bem aberto. Senti o mais uma vez o molhadinho da saliva e logo depois a rola do Maurício me invadindo. Dessa vez ele meteu bastante, eu gemia e me contorcia, doía e doía muito, mas depois mesmo doendo foi ficando gostoso, eu já nem reclamava e meu cuzinho tinha aceitado e engolido aquela rola toda. Ele ficou bastante tempo comendo meu cuzinho e então foi sobre as minhas costas, senti a respiração dele na minha nuca e ele segurar meus peitinhos com as duas mãos e apertando eles foi me puxando pra cima e me mandando levantar.
-Levanta, putinha. Vou terminar de ti comer como da outra vez.
Ele foi me puxando e eu levantando com ele com o pau engatado na minha bundinha e apertando meus peitinhos. Pus as mãos na caixa d’água como da outra vez e então ela voltou a bombar na minha bunda com mais força. Gozou muito no meu cuzinho, senti aquele leitinho quente enchendo meu cuzinho e foi delicioso nem me importava mais com a dor e ardência que sentia. O Maurício ficou assim engatado na minha bunda e apertando meus peitinhos com força por mais uns minutinhos, meus peitinhos chegaram a ficar vermelhos e só depois me soltou tirando a rola dele de dentro de mim.
Dessa vez, vi que ele tinha cansado, vestiu a roupa e respirou por um tempo. Antes de ir embora, ambos me apalparam e prometeram que seria nosso segredinho e que faríamos tudo de novo na próxima semana. Juntei minhas roupas e limpei meus joelhos sujos de barro e folhas, me vesti e fui para casa com a bundinha toda dolorida e arrombada, melada de porra, peitinho doendo, mas muito feliz. Estava me tornando uma verdadeira putinha.

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