Perdi meu cabaço na escola

Olá a todos! Bom, meu nome é Ellem e tenho 18 anos. Vou contar pra vocês como perdi a minha virgindade com um aluno novo na minha escola. Isso aconteceu quando eu estava quase completando meus 15 anos.

Bem, sou branquinha, muito mesmo. Tenho olhos azuis bem clarinhos, meus peitos são normais, minhas coxas e bunda são bem grandes. Eu nunca tinha transado, mas eu já sabia muito coisa de sexo, e vivia enfiando os dedos na minha buceta e no meu cuzinho.

A cidadezinha na qual eu morava era bem quente. Assim, o uniforme da minha escola era uma saia bem leve e curtinha e um blusa bem colada. Nem preciso dizer que a diversão das meninas era se sentar de pernas abertas e ficar mostrando a calcinha para os meninos.

Era muito gostoso ver a carinha deles, cheios de tesão, loucos pra ir no banheiro bater uma punhetinha pensando na gente. É claro que isso me dava muito tesão também.

Eu mal chegava em casa e já corria para o meu quarto para tirar meu uniforme, ficar só de calcinha e me tocar até gozar bem gostoso, quietinha, sem fazer qualquer barulho que pudesse chamar a atenção das outras pessoas na casa.

Um dia cheguei na sala de aula e vi um menino. Vou chamá-lo de Erick. Ele era novo na escola e tinha uns 16 anos. Assim que entrei a professora pediu que eu me sentasse do lado dele para auxiliá-lo no conteúdo que ele tinha perdido e eu a obedeci.

De imediato percebi que ele tinha uma carinha de safadinho. E cheirava a sexo. Fiquei toda arrepiadinha ao lado dele e senti minha xoxotinha ficar toda molhadinha. Fiquei até com receio do meu melzinho molhar o fundo da minha calcinha e passar para a minha sainha.

No recreio ele não saiu de perto de mim e logo me chamou para ir atrás da escola. Era um escola pública, bem descuidada mesmo, com uma casinha atrás do muro onde guardavam cadeiras quebradas, quadros velhos e coisas assim.

Fiquei com um certo receio mas ele insistiu dizendo que queria falar comigo em um lugar mais reservado. Nossaaaaa!! Minha cabeça dizia que eu não deveria ir, mas meu corpo queria muito. Eu olhava para a carinha dele e só via safadeza.

Fiquei estudando a situação por alguns minutos. Como estudávamos de manhã, o movimento da escola era muito pequeno, comparado ao turno da tarde e da noite. Percebi que o homem que cuidava da manutenção não estava por lá. E ele devia ser o único a entrar naquela casinha.

Esperamos o momento adequado e fomos até a casinha, com muito cuidado para não sermos vistos. Ele foi na frente. Esperei alguns minutos e fui também. Eu estava trêmula, com vontade de dar uns beijos na boca dele, mas com medo de alguém aparecer e nos pegar no flagra.

Entrei na casinha e o encontrei em um cômodo do fundo, sentado em uma mesinha que havia lá. Estava um pouco escuro, mas pude ver novamente sua carinha de safado, de malandrinho. Na hora percebi que ele queria mesmo era comer a minha bucetinha virgem.

Conversa vai, conversa vem, rolou o primeiro beijo entre a gente. Meu deusssss!! A boquinha dele era deliciosa. Nos beijamos muito, de língua, daqueles beijos chupados e babados. Logo a mão dele foi até os meus peitinhos e me afastei assustada.

Ele me puxou novamente e segurou firme na minha cintura. Como ele estava sentado na mesinha e eu estava em pé, pude sentir o pau dele, duro, tocar a minha barriga, bem na altura do meu umbigo. Fiquei com muito medo, mas com muito tesão também.

Ele então me perguntou se eu era virgem, e eu confirmei. Fiz a mesma pergunta a ele e ele disse que também era. Mas eu duvidei muito. Ele era muito malandrinho para ser virgem. Com certeza já tinha comido muitas meninas nas escolas que ele tinha estudado antes de se mudar para a minha cidade.

Voltamos a nos beijar e intensificamos os amassos. De vez em quando eu ia até a porta da casinha pra ver se alguém se aproximava. Por sorte estava tudo muito calmo. Com certeza ninguém percebeu a nossa ausência no recreio. De repente o sinal tocou.

– Preciso ir… vamos… por favor!!! – falei pra ele, depois de mais um longo beijo.
– Espera, Ellem! Fica só mais um pouquinho! – ele falou, com uma carinha de pidão que deu até dó.

Voltei a abraçá-lo e ele me tascou outro beijo quente e gostoso. Me arrepiei todinha e senti minhas pernas tremerem. Ele então começou a me acariciar novamente e logo enfiou a mão por baixo da minha saia e tocou a minha buceta, que já estava completamente babada.

Nessa hora vi que eu não ia conseguir escapar mesmo. Aquele menino era muito safadinho e sabia como conduzir uma garota. Fiquei completamente perdida quando vi ele abrir a calça e tirar sua pica pra fora. O pau dele deu umas empinadas na minha frente. Era muito grande e grosso, até mesmo para a idade dele.

– Pega nele… pega… bate uma punheta pra mim…!!! – ele falou, pegou a minha mão e a colocou em sua rola.
Na hora fiquei indecisa, pensativa, mas a merda já estava feita. Peguei no pau dele e punhetei bem devagar.

Foi o bastante para o cheiro da pica dele subir até o meu nariz. Era um cheiro delicioso. Fiquei maravilhada com aquilo e nem percebi quando ele segurou meus cabelos na altura da minha nuca e forçou meu rosto pra baixo. Em segundos eu estava chupando a piroca dele.

– Ahhhhhhhhhhhhhh… puta que pariu… que boquinha mais gostosaaa… chupa… chupa mais, Ellem…!! – ele gemeu bem baixinho e gostoso enquanto eu deslizava meus lábios por toda a pica dele. Estava tão gostoso. Eu lambuzava a rola dele com meu cuspe e depois chupava tudo.

– Vem cá… vem… quero te comer!!! – ele falou, descendo da mesa, ficando em pé e me abraçando por trás.
– Ficou doido?!?! Pode chegar alguém a qualquer momento! – falei, enquanto o pau dele já se encaixava no meio das minhas nádegas.

– Vai chegar não, Ellem! Já foram todos para as salas… vamos… quero te comer, minha gostosinha!!
– Tá… mas tem que ser rápido… e de roupa!! Não vou tirar minha roupa aqui! – falei, com medo, mas sabendo que era a única forma de resolver aquilo logo.

Me sentei na mesa, de frente pra ele, e levantei minha sainha. Ele veio, me beijou mais um pouco, segurou uma das minhas pernas e me arreganhou toda. Em seguida ele puxou minha calcinha para o lado e começou a esfregar a cabeça da rola na minha entradinha.

Não consegui fazer nada, apenas fechei os olhos e gemi baixinho. Senti ele forçar a cabeça da pica e minha bucetinha cedeu. Nossaaaa!! O pau dele entrou me rasgando. Por sorte eu estava bem molhadinha e isso diminuiu um pouco a dor.

Enquanto ele bombava em mim eu duvidei seriamente que aquela era sua primeira vez. Com certeza ele mentiu pra mim. Um garoto virgem não ia conseguir meter daquele jeito. Ele fodia com um jeito tão gostoso que meu tesão foi aumentando cada vez mais.

Minha xoxotinha ficou tão lubrificada que a pica dele deslizava dentro de mim com muita facilidade. Gemi gostoso no pau dele, enquanto ele mordia minha orelha e me falava um monte de besteiras. Nem sei se gozei na minha primeira vez. O certo é que senti um calor gostoso subindo pelas minhas pernas. E isso quase me fez desmaiar de prazer.

Ele continuou metendo e gemendo bem gostoso, e não demorou muito pra gozar dentro de mim. Senti seu pau espirrar umas quatro vezes dentro da minha pepequinha, me deixando toda inundada de porra. Mas o que mais me surpreendeu foi o que ele fez em seguida.

Depois de gozar ele tirou o pau rapidamente e caiu de boca na minha xaninha, lambendo e chupando meu grelinho como um louco. Em seguida, como um animal, ainda enfiou o pau novamente, e ficou parado dentro de mim, até a pica amolecer e sair sozinha.

Meu deussss!!! Eu estava exausta, suada, tonta e toda descabelada. Olhei pra ele e o vi guardando o pinto e se preparando para sair.
– Fiquei aqui mais um pouquinho!!! Depois você sai! – ele falou isso e saiu da casinha, me deixando sozinha lá.

Depois de alguns minutos eu desci da mesinha, coloquei minha calcinha no lugar, ajeitei minha roupa, sai de fininho e entrei no banheiro mais próximo. Lá eu lavei minha perereca e limpei a porra que ainda escorria pelas minha coxas.

Minha calcinha estava tão lambuzada que passou pela minha cabeça jogá-la no lixo. Mas mudei de ideia. Ia ser uma confusão dos infernos se eu chegasse em casa sem calcinha. Apenas dobrei um pedaço de papel higiênico e coloquei no fundo da calcinha. Isso teria que servir até eu chegar em casa.

Quando voltei para a sala de aula ele já estava lá, fingindo concentração. Me sentei ao seu lado e logo notei os cochichos dos outros alunos. Nem dei muito conversa e fingi também estar prestando atenção ao que a professora falava.

No final da aula uma de minhas amigas me perguntou se tinha sido bom dar uns amassos no novo aluno. Amassos?!? Se ela soubesse como a minha bucetinha estava toda dolorida das bombadas que eu tinha levado, ela nem me perguntaria uma coisa daquelas.

Quem gostou e quiser falar comigo, deixe os contatos nos comentários.

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