Aposta Infeliz 3

Autor

Continuando… Mais uma quarta só que desta vez cheguei mais tarde no futebol e sai mais cedo. Quando estava saindo o que ainda não havia comido minha esposa avisou:
– Sábado eu passo lá, não esteja. – E deu uma risadinha de FDP.
Eu e minhas esposas estávamos nos falando pouco e eu quase não parava em casa, mas toda vez que a via lembrava dela com a cara gozada pelos meus amigos. Ai ficava de pau duro, mas nem chegava perto dela e confuso achava melhor sair. Sábado de manhã o mesmo ritual de sempre, sai com alguma desculpa boba, carro na outra rua e fui pra janela. Mas nada do cara chegar, achei que ele havia desistido e sai pra buscar o carro e voltar. Encontrei ele dobrando a esquina. Ele me olhou e deu risada e falou.
– Ainda bem que atrasei, se não vc ia empatar minha foda. – e passou rindo.
Após algumas palavras no portão que não ouvi pois fiquei observando de longe ele entrou. E eu entrei no quintal e fui até a janela. Mas eles não estavam na sala, apenas a calcinha e a camisola dela. Pensei que eles estariam no quarto, e estava dando a volta pra entrar na casa quando ouço barulho do chuveiro. Entrei a porta do banheiro estava encostada. E ouvia a voz dele dizendo:
– Isso puta, lava direitinho. Por que do jeito que essa buceta é rodada não sei quem pode ter entrado ai ontem a noite. O corno não deve ter sido, ele não dá conta de uma puta como vc.
Ele continuou me tirando de corno e chamando ela de puta e vagabunda. Eu fiquei no quarto de hospede enquanto eles passavam, ela nua e ele ainda de roupa. Desceram a escada e foram para a sala. Eu me agachei na beira da escada colocando a cabeça entre a parede e a grade lateral da escada. E quando olhei ela estava deitada no sofá em posição de frango assado e ele já sem a calça e a cueca, estava com a cabeça enfiada entre as pernas dela sugando sua buceta. Ela gemia mordendo os lábios e ele ficou chupando e enfiando os dedos por uns 5 min.
Ele se levantou manteve ela naquela posição e meteu sua rola até o fundo de uma vez, colocou os braços do lado do corpo dela e ficou como se estivesse fazendo flexões. Numa dessas ele desceu até perto do seu rosto e ela tentou beija-lo, ele tirou o rosto e sai de dentro dela de uma vez. Pegou ela pelos cabelos e a levantou do sofá e depois abaixou a cabeça dela até o chão sem soltar os seus cabelos. E falou:
– Puta nenhuma vai beijar a minha boca. Entendeu Cadela. Vc ta aqui pra gemer feito a puta que é e me obedecer. Beijar vc beija aquele corno. sua boca aqui é só pra chupar. E chupar até eu mandar parar entendeu?
Ela, com dificuldade pois ele prensava sua cabeça ao chão pelos cabelos, balançou a cabeça dizendo que sim. Ele soltou seu cabelo e disse:
– Isso mesmo puta seja obediente e tentarei ser menos violento com vc. Pois puta tem que apanhar na cara e pedir desculpa. Não é?
Novamente ela balançou a cabeça só que agora olhando pra ele com cara de medo. Ela estava deitada com as costas no chão olhando pra ele. Ele sentou em seus seios e ficou batendo a rola e esfregando o saco na sua cara, eu não via o que ela estava fazendo pois ficou de costas pra mim, mas pelos movimentos acho que ela estava chupando ele. eles ficaram nessa posição por uns 3 ou 4 min. Até que ele se levantou, ainda de pau duro e vi a cara dela toda babada. Ele sentou no sofá e mandou ela se sentar nele, ela veio pra sentar de frente ele a empurrou longe e falou:
– De costas vagabunda. Depois vc vai tentar me beijar de novo e vou ter que te socar dentro da sua casa piranha.
Ela começou a sentar de costas, devagar ela segurou ela pela bunda e vou descendo ela bem devagar até ela encostar no seu colo. Quando ela estava bem alojada ele pegou nos seus cabelos por trás da nuca e puxou, fazendo ela subir, ai ele soltava e ela descia de uma vez, fez isso umas quatro ou cinco vezes. depois empurrou o corpo dela o máximo que dava pra frente a curvando deixando ela sentada sobre ele mas com as mãos no chão. Deu risada e falou.
– Se eu gostasse de um cu sua puta, vc tava fodida, por que do jeito que ele parece apertado vc ia começar a cagar grosso. – começou a rir e passar o dedo sobre o cuzinho dela. Depois se levantou deixando ela de quatro e meteu mais um pouco. depois tirou o pau pra fora e se sentou bateu uma punheta a ate gozar na própria barriga e ela ficou olhando ai ele puxou ela pelos cabelos e ficou esfregando a cara e o cabelo dela no gozo que estava na sua barriga. Se vestiu e abriu a porta pra sair, mas logo em seguida se virou e voltou ela estava largada no chão, ele passou por ela pegou a calcinha dela e foi embora.
Eu me escondi quando ela subiu pra tomar banho e sai, voltei só de tarde. Não falamos nada. No futebol, na semana seguintes eles olhavam meio de lado e riam um pouco. Mas nadafalaram. No sábado seguinte sai. E fiquei na janela, mas ninguém veio. Minha esposa também esperava alguém, pois estava de camisola e uma micro tanguinha que eu nunca tinha visto.
Umas 10 da manhã já que ninguém apareceu eu voltei pra casa. Ela subiu correndo acho que para eu não ver a Tanguinha. No outro fim de semana foi igual e nada mais aconteceu pelo menos nos sábados pela manhã. Nossa vida quase voltou ao normal, mas eu não confio mais, mas gosto desse friozinho na barriga quando vejo ela conversando com outro homem.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(0 Votos)
Loading...