Como Tudo Começou! – Fantasia Realizada – Capítulo 4

Autor

Fantasia Realizada

NOTA:
Aconselho a lerem desde a primeira parte, para compreenderem tudo.

Na primeira parte de Como Tudo começou, contei o principio da nossa 2ª oportunidade de vida, que, para nós tem sido maravilhosa e surpreendente, como podem ter lido na segunda parte.
Mas, algumas vezes com altos e baixos inesperados e assustadores.

Para provar isso, a minha esposa (vou meter nomes fictícios, porque foi o concordado com as pessoas envolvidas, para relatar estas histórias), Paula (mas eu costumo-lhe chamar Maria), sempre disse, em 10 anos de casamento que não tinha fantasias sexuais e nem se via nesse tipo de pensamentos.
Pois neste 4º capítulo, eu irei contar a oficialização da fantasia sexual da minha esposa.

Antes de tudo, venho apresentar as pessoas que entram neste conto.

Eu – Paulo
Tenho 1.80, 80kg, corpo normal, nem gordo, nem magro, cabelo preto, olhos castanhos, sou cómico, divertido e responsável e adoro sexo.
Defeitos, não gosto que me mintam, retiro a confiança total depositada na pessoa que mentiu-me e sou um pouco brusco, só às vezes.

Esposa – Paula (Maria)
1.59, 52kg, corpo normal, cabelo avermelhado, olhos castanhos, seios normais (enchem a mão) e um rabinho lindo e nada de "penugem" frontal. Tímida , envergonhada, muito social. Defeito (pelo menos para mim), é a timidez quando está normal. Com uns copinhos isso tudo desaparece.

Jorge – (Alcunha Preto)
1.95, 100kg, cabelo curto e grisalho, mulato e olhos castanhos, normal para a o tamanho dele, parece uma viga, um pouco envergonhado, divertido e social.
Defeito, timidez, mas com uns copinhos, aquilo passa num instante, excesso de confiança.

Mauro – (Filho do Jorge)
1.90, 90kg, cabelo com tranças, mulato e olhos castanhos, social e frio.
Defeito, quando perde a timidez, fica com excesso de confiança.

Somos casados à já uns 20 anos e com uma filha (que nunca divulgarei o nome ou a idade, pois ela não sabe que estou a escrever esta parte íntima da nossa vida).
Em futuros contos, entrarão mais pessoas e nesse momento, os apresentarei.
Todas as histórias que eu contarei são verídicas e com o aprovamento dos integrantes (neste caso, o preto e o Mauro não tiveram voto na matéria).

Depois desta parte da minha vida, que a nossa relação mudou de meh, para UAU.

Continuando…

Como eu tinha contado na história anterior, a Maria tinha-me informado sobre a antiga paixão, de 7 anos da vida dela, estava a vir da Suíça, para passar uma semana com a irmã, aqui em Portugal.
No facebook, ele tinha deixado o comentário, "Portugal, aqui vamos uma semana".

Isso, para a minha esposa, foi o click, para a realização da fantasia sexual que eu despertei à uns tempos atrás nela.
Claro que nessa altura, nunca pensávamos que a nossa vida ia dar uma volta de 180 graus, daquilo que era monotonia, para um divertimento sem ciúmes ou discussões, como tínhamos, antes de, envergar por este caminho.

– (Paula) Mor?
– (Paulo) Sim, diz.
– (Paula) O Jorge, vem cá uma semana de férias, vai passar na casa da irmã dele. Será que o posso convidar a vir aqui jantar?
– (Paulo) Porque não, és tu que fazes o jantar e tratas do resto, tou ma cagar para isso. Tu é que sabes.
– (Paula) Jantar e sobremesa…
– (Paulo) Que tipo de sobremesa tens em mente?
– (Paula) Isso eu ainda não sei, estou ainda indecisa.
– (Paulo) Tu…não sabes… deves estar a gozar, não é?
– (Paula) Opa, não sei, ao mesmo tempo sabes que estou excitada com a ideia e ao mesmo tempo estou com um certo receio.
É que já lá vão 18 anos, que eu acabei o namoro com ele, depois de eu descobrir que ele tinha um caso com outra gaja e ainda por cima, já a tinha engravidado.
– (Paulo) Então não lhe dês sobremesa….simples. Se estás com medo.
– (Paula) Não é medo, não sei explicar…olha, vou dizer-lhe a ele, se pode vir aqui amanhã ao jantar.
– (Paulo) Tu é que sabes, linda, sabes que eu apoio tudo o que tu quiseres, não te vou por entraves como tu não os puseste a mim.

Eu estava a perceber o receio dela. A Maria está comigo, desde que se separou dele. Só o viu algumas vezes, em acontecimentos tristes, como a morte da mãe dele ou da avó dela e de resto a conversa tem sido sempre por facebook ou nos anos a desejarem parabéns um ao outro.
A discussão foi feia, quando se separaram, mais da parte dela do que ele, pois ele ficou calado que nem um rato, sendo apanhado em flagrante, com a outra, grávida e já bem avançada de um filho dele.
Mas, a primeira vez, um gajo(a) nunca a esquece. E matar saudades é excelente.

2ª-Feira

Todo o dia atarefada com os preparativos para o jantar, só nos os 3.
Tomou banhinho, perfumou-se toda, arranjou-se como quis e quando a vi, é lá, puta do caralho.
Para os outros isto é assim? Vestido, justíssimo, curto, aquilo do cu para baixo é 3-5 dedos, não muito mais. Um decote de meter inveja, quem estivesse a comer, nem sabia de que lado estava a boca, onde se poderia ver os seios bem definidos e bicos espetados. Daqueles vestidos, que deixa os ombros à mostra e reparei que nem o push-up dela estava lá. Ela queria provocar mesmo, queria tirar a fome ao rapaz e presumo que a mim também.

Lábios pintados de vermelho forte e os olhos pintados lá com aquelas merdas que elas metem e sobrancelhas grossas de rimel.
Argolas grandes nas orelhas e o cabelinho avermelhado, todo solto, como se de uma leoa fosse.
Sapatos de salto-alto a condizer e uma meias de meia perna, pretas, aquelas que parecem a rede da pesca, que se via aonde acabavam.
Caralho, vais para o ataque ou quê? Eu só de ver, já tinha perdido a vontade de comer o jantar, venha já a sobremesa.

8 da noite, em ponto.
O gajo é pontual. Fui abrir a porta.

– (Jorge) Oh, Paulinho, à que tempos que não nos víamos. Então, estás mais gordo, pá.
– (Paulo) Pois e tu até parece que emagreces-te, fodasse, acho que se cais ao chão rebolas. Mas, mesmo assim, mais gordo, tens razão, mas continuo bonito. Agora tu, caralho….estás velho e acabado.
– (Jorge) É a puta da vida, sempre a trabalhar que nem um preto, para ganhar uns trocos e depois arrebento essa merda toda na bebida, sabes como é…um gajo não descansa aquilo que deve e depois, ficamos encarquilhados.
– (Paulo) Isso, estou eu a ver, não te ponhas a pau, que qualquer dia, começas a encolher…
– (Jorge) Então a Paula? Não está cá?

Sim, estava, mas estava tipo escondida dentro do quarto, se calhar com vergonha, arrependimento ou a fazer suspense.
Ela depois disse-me que estava com receio, mas lá ganhou coragem e saiu do quarto.

– (Paula) Olá, Jojó.
(Murchou com a visão, engasgou-se até começar a falar…)
– (Jorge) OLÁÁÁ….uau, tu não envelheces. Parece que o tempo só passa por mim, pareces estar mais jovem.
– (Paula) Eu agora só como coisas saudáveis.

Pimba, que rica boca….estava a falar de mim, "comia" coisas saudáveis….de certeza que era de mim, que estava a falar, só podia.

– (Paula) Então, até que enfim, vens cá passar umas fériaszinhas, é que só vinhas cá quando era funerais.
– (Jorge) Aquilo lá é muito bom, mas ao mesmo tempo é muito lixado. Então de princípio, a língua, tentar arranjar trabalho, ninguém te conhece, muito complicado.
– (Paula) E gajas?

Fodasse, a Maria, está mesmo ao ataque…e gajas? Ca merda de pergunta é essa? Tá com ciúmes ou quê?

– (Jorge) Gajas, não é….mal tenho tempo para o Mauro, quanto mais para mim.
– (Paulo) Quem é esse? Viraste-te para o outro lado?
– (Paula) Não. Esse é o filho dele.
– (Jorge) Pois, quase que era o nosso…

Olha-me este caralho, a dizer isto à minha frente, a olhar para ela, que lata do caralho.
Este gajo está a abusar da confiança, mas tenho de aguentar fininho, como prometido, hoje é o dia dela. Ela mereceu o bem, pois ela nem piou com o que aconteceu com o Nuno e a Sónia.
Não quero dizer que ela também nesse dia não se tenha divertido, mas quem se aproveitou bem, fui eu.

Conversa de chacha, sinceramente, à mesa que quase eu ia adormecendo, a falar sobre o passado e a rirem-se, divertirem-se, com ela a pousar a mão na perna dele e cada vez a subir mais….
Jogar solitário no computador estava mais interessante.
Depois do jantar, com 3 garrafas de tinto à mistura, foi isso que eu vim fazer, quero que se foda a conversa, eles que falem.
Quando vier a sobremesa que avisem, pô caralho.

Sem eles saberem, tinha posto um telélé a gravar ao pés dos livros na estante, naquele ângulo já estudado antes por mim, apanhava a sala inteira. Eu queria gravar aquele momento. Se saíssemos dali, estava fodido.

Entretanto, a Maria, mandou o Jorge sentar-se no sofá, que já lhe dava a sobremesa.

– (Jorge) Não quero sobremesa, só um cafézinho. Paulinho, o que tens aí que se beba?

A pensar cá para mim, leitinho do bom e bastante, deve estar quentinho, porque esta puta hoje não quis nada comigo, esteve a guardar-se para ti, o caralho do dia todo, com depilações e merdas.
E eu fiquei a secar, por isso, é a bebida que eu te dava.

– (Paulo) Fodasse, ô Jorge, estás em casa, caralho, desenrasca-te ali no bar, o que não falta lá é bebidas. Se quiseres gelo avisa, que eu vou buscar.
– (Jorge) Não, obrigado. Whisky eu gosto sem sem gelo, natural.

E voltou-se a sentar no sofá, todo aberto. Parecia que estava mais na casa dele do que eu.
Que se foda, daqui a pouco, eu quero é cona, fodasse, quero lá saber se essa puta leva com os dois ou não. O que me interessa é um buraquinho quentinho e húmido para destressar.
Entretanto, ela, chama-me…

– (Paula) Mor, podes vir aqui à cozinha.
– (Paulo) Diz.
– (Paula) Não temos preservativos e agora.
– (Paulo) Estás a gozar comigo, caralho? A ideia é tua, fodasse, epa, sem preservativo eu não papo dessa merda. Como disse da última vez, não quero kinder surpresas, quanto mais congitos.
– (Paula) E se eu fizer sem preservativo, achas que à mal, eu digo a ele para se vir para cima de mim, como tu costumas fazer.
– (Paulo) Eu tou fodido contigo, a sério? E as doenças? Sabes lá quem é que este gajo tem fodido? Não te preocupas com as doenças venéreas? Sida? Preservativo não é só para a gravidez. Já devias saber essas coisas ou a excitação é mais forte que o raciocínio?
– (Paula) Ok, tens razão. Faz-me um favor.
– (Paulo) Um saco de plástico não funciona…
– (Paula) Não, vai a à farmácia comprar uns…
– (Paulo) Fodasse, o quê?
– (Paula) Opa, quero dar a foda com vocês os dois, não é só contigo. E se não houver, também não quero nada hoje. Ou é os dois ou nada.
– (Paulo) Tu estás ma foder e eu a ver. Fodasse, epa, compro o quê? Nunca precisei dessa merda.
– (Paula) E como é que eu vou saber isso?
– (Paulo) Ai o meu caralho, tou fodido com esta merda. Dá cá o dinheiro e espera mas é por mim, vão conversando, fodasse.
– (Paula) Não demores muito, estou sem cuequinhas…

Lá foi o otário à farmácia, que só fecha às 24:00.

– (Paulo) Olá, boa noite.
– (Menina) Olá, em que posso ajudá-lo.
– (Paulo) Queria uns preservativos, mas eu não percebo nada disso. Até estou com vergonha de dizer isso, mas é a primeira vez.
– (Menina) Não é vergonha nenhuma, à uma primeira vez para tudo…

Fodasse, e eu que o diga, tou a aqui a comprar pastilhas, para a "primeira vez para tudo", comer a Maria, não tarda nada.

– (Menina)…temos várias marcas, tamanhos, sensíveis, sabores, rugosos…
– (Paulo) Ui, olhe fazemos assim para facilitar. Se fosse a senhora no meu lugar, o que comprava?
– (Menina) Isso não funciona assim. O que pode ser para mim, pode não ser o que o senhor precisa.
– (Paulo) Eu não preciso. É…

O que eu ia dizer, devo estar parvo. Devia estar sem pensar, então ia dizer que aquilo não é para mim, mas sim para o ex da minha esposa que a ia a comer e precisava disso.
Ca granda cabeçudo que estava a ser naquele momento.

– (Paulo) Eu vou ser sincero. Isso é para oferecer ao meu filho, que veio com umas conversas de filho para pai, tá a ver, aquelas conversas e antes que ele lixe a vida toda, pois, ainda é um puto novo, sem cabeça, mais vale prevenido que remediado.
Olhe, fazemos assim, surpreenda-me. Você escolha o que achar melhor e ponha no saquinho e eu pago, que tal?
– (Menina) O senhor é que sabe.

Fodasse, esta gaja da farmácia, era magra, mas tinha cá uma bilha, que eu fazia ali a festa e experimentava os caralhos dos preservas e assim ficava logo a saber o que era preciso.
Caralho, tanta pergunta e tanta merdice por causa de umas camisas.
No tempo do meu avozinho, era a tripa do porco e toma lá favas. E nunca ouve problemas, só tenho 10 tios e 4 tias.

Depois de aviado, começou o pensamento…ou os ciúmes.
Será que isto das fantasias sexuais ainda não iria me foder-me bem no vasilhame…
É que tinha deixado a minha esposa, que à conta da brincadeira, estava a tornar-se numa puta que nunca tinha imaginado, com o ex dela na minha casa, sozinhos.
Caralho, será que eles não se aguentaram? E ainda por cima, aquela puta de merda, naquele vestido curtinho, sem cuecas.
Com esse pensamento, ao imaginar a minha esposa a levar com ele, naquela cona ou cuzinho que é só meu (ou foi só meu), corri o mais depressa que o Obikwelu.
Se para cá vim nas calmas a pensar nos preservas, para lá, fui num ápice, mas tenho de confessar, estava com um misto de tesão à mistura.

– (Paulo) Já cheguei.

Ao entrar, a minha Maria, estava de joelhos, de frente para o Jorge, ele com as calças a meio dos joelhos e muito assustado, veste-as de repente.
Ela, levanta-se, recompondo o vestido, para baixo, pois ele estava subido, para dar a visão daquela coninha peladinha ao ex dela.
Quando se compunham, ele mais rápido do que ela, ficou um pormenor de fora, ou dois.
As maminhas dela, estavam com líquido. Era o leite dele.
Ela virou-se e tentou as enfiar naquele vestido justo, mas deve ter se esquecido da cor do vestido.
Virou-se de repente para mim e disse.

– (Paula) Já chegas-te, amor. Foste rápido.

Puta, a chamar-me amor e nem repara que ainda tem meita no canto da boca e no pescoço, fora o cabelo.

– (Paulo) Sabes como eu sou. Rápido quando é preciso.
– (Jorge) Bem, obrigado pelo o jantar e a sobremesa, mas vou indo.
– (Paulo) Já vais e já comeste a sobremesa… ok.
– (Paula) Olha, Jorge, porque não vens cá com o Mauro? Gostava de o ver.
– (Jorge) Sim, pode ser, ok, deixa-me ver. 3ª e 4ª-feira é impossível, mas 6ª-feira, estamos livres. Nós sábado vamos voltar.
– (Paula) Óptimo. Ele gosta de quê?
– (Jorge) Ele gosta de carne.
– (Paulo) Pois… quem é que não gosta …
– (Paula) Ok, o Paulo faz uns grelhado para nós com umas cervejinhas fresquinhas
– (Jorge) Opa, cervejas, eu mamo bem isso.
– (Paula) Isso eu sei, não te preocupes.
– (Jorge) Paulinho, pá, obrigado por isto. Granda noite, não estava nada à espera. Fiquei contente de vos ver.
– (Paulo) Acredito que sim…
– (Paula) Anda, que eu vou contigo até à porta

Chegando à porta, ele deveria ter pensado que eu não estava a ver, ele a agarrar ela e beija-la na boca, sem complexos de ela ainda estar com a cara toda esporrada dele.
Ao mesmo tempo, enfiando a mão por debaixo da saia e de certeza que estava a por-lhe uns dedinhos na cona desta puta do caralho que me fodeu bem hoje e eu nada.

– (Paula) Xau. Até 6ª-Feira.

Fechou a porta.

– (Paulo) Então, Dª Paula, eu como caralhos agora, não?
– (Paula) Ô mor, desculpa, não resisti. Ele também estava à rasca, foi mais forte que nós os dois.
Eu bem tentei e até disse-lhe para esperar por ti, para brincarmos os 3, mas não aguentámos.
Eu quando sentei-me ao lado dele, eu vi aquele alto a bombear nas calças e ele a olhar para a minha coninha, pois eu estava com a saia quase toda em cima.
Agarrei-lhe o mastro e perguntei se aquilo tudo era por causa de mim.
Ele pôs logo a piça para fora.
E o resto tu já deves adivinhar.
– (Paulo) E eu agora.
– (Paula) Agora, faço-te um brochezinho, para não ficares chateado e vens nas maminhas como ele se veio também.
Quero dormir com os leites teus e dele no meu corpo.

E foi o que aconteceu. Ela saca-me o nabo para fora que, já estava grande à conta da conversa dela.
É a minha mulher e se ela está assim, foi porque eu a fiz assim. E eu adorava ela assim. Estava vivaça, mais divertida e feliz.

Quase a vir-me, porque ela fez aquilo com uma maestria, um trabalhar de língua e lábios, deve ter sido do treino de ainda à pouco.
E ao ver aqueles leites esbranquiçados na cara, pescoço e maminhas, fez-me vir que nem gente grande.
Que rico broche, digno de uma puta, lembrou-me do Nuno.

Ela foi-se deitar, como tinha prometido, sem se lavar e toda nua na cama. Antes disso, ela tinha besuntado a leitaria do preto e a minha no corpo dela. Mamas e barriga. Ouve umas vezes, o excedente ela ia lambendo com os dedos, como se de uma piça fosse. Agora não tenho a certeza, em qual ela pensava. Pois, neste momento, ela teve três esporradelas de homens em cima dela. Não era só eu.
A quem ela pensava? No Jorge, no Nuno ou em mim?
Fiz tempo e fui buscar o telélé.
Liguei ao computador.
E comecei a ver o que se tinha passado.

Video:

Quando eu tinha saído para ir comprar camisas, ela dirigiu-se ao sofá, tal e qual como tinha dito.
Sentada de lado, com um braço por cima dele, ela vê o malho e diz mesmo aquilo que ela tinha dito.

– (Paula) Jojó, isto tudo é para mim?
– (Jorge) Porra, as saudades que eu já tinha de tu pores a mão na minha piça. É como tu me deixas-te. Mal entrei e vi-te logo vestida dessa maneira, quase que saltava para cima de ti e fodia-te mesmo ali à frente do teu marido.
Já agora, o teu marido, foi aonde?
– (Paula) Comprar camisas, para nós darmos uma fodinha…é a tua sobremesa, mas eu esqueci-me por completo.
– (Jorge) Eu tenho aqui uma. Queres aproveitar?
– (Paula) Não, eu prefiro esperar por ele. Vamos aquecendo, até ele chegar.
– (Jorge) Quente estou eu, porra, não sei se aguento mais. Tu estás diferente. Eu não te conheci assim. Se fosses naquela altura, assim desta maneira, tinha sido tudo tão diferente.
– (Paula) E vai continuar a ser, como está agora. Aproveita, enquanto podes nestes dias.
– (Jorge) Mas, olha, o teu marido não se importa de ser corno?
– (Paula) Ele não é corno, porque não estou a fazer nada contigo que não tenha autorização para fazer. Se ele o é, então primeiro fui eu, com o casal de amigos nossos, à uns dias.
– (Jorge) Fizeram swing? Porra, dessa, não estava eu à espera de ti. E ainda por cima nem cuecas tens, vieste-me mesmo agressiva. Posso tocar-te.
– (Paula) Se eu estou a tocar no teu pénis, que já à anos não tocava, porque razão tu não podes matar saudades também.

Naquele momento, ela o punhetava e ele espetava um dedinho na cona da minha esposa, olhando ela nos olhos e levando o dedo à boca dele para provar o mel dela.
Ela estava de olhos fechados e a gemer.
Quando…

– (Paula) Porra, não podes comer-me com o piço, mas podes comer-me de língua. Vamos fazer uma coisa que nunca fizemos em 7 anos de namoro. Chupa o grelinho a esta puta.

O Jorge, sem falar ou responder, foi abaixo com as duas mãos dela a agarrar as orelhas dele.
O vestido subiu, até à barriga e ela deixou-se relaxar para trás, abrindo mais as pernas, para ele poder estar mais à vontade.
Gemia, chamava por ele, por mim e pelo o Nuno, dizia a ele para comer a coninha da puta.

– (Paula) Ah, isso, come a coninha à tua puta, come.
– (Jorge) Porra, tenho que te espetar o pau.
– (Paula) Não, por muito que queira sentir-te dentro de mim, já disse que não, enquanto ele não estiver cá, eu não deixo.
– (Jorge) Só um pouco…
– (Paula) Tu és teimoso. Só um pouco, mas só a cabecinha e só na entrada, nada de introduzir.

Ele pôs em cima dela, de pau feito e tentou enfiar, mas a Maria, avisou-o logo que se voltasse repetir, estava fodido.
Ele, com receio, não voltou a tentar e foi só esfregando a cabecinha dele nas bordinhas da cona da minha esposa, fazendo lembrar o que o Nuno lhe fez na última vez.

– (Jorge) Porra, eu não aguento mais. Não tarda nada, estou ma vir. Posso vir nas bordinhas da cona, pelo menos.
– (Paula) Não, aguenta aí, que eu quero que te venhas para as minhas maminhas. Senta-te lá no sofá.

Sentando-se no sofá, como ela tinha mandado, ela mete uma almofada no chão e começa a fazer-lhe um brochezinho, só como ela sabe de lábios e língua.
Ele estava em parafuso, pois não aguentou-se muito tempo.
Agarrou-se ao pénis dele e ele a saltar no sofá como a avisar para o que aí vinha. A minha esposa, abriu a boca, afastando-se e fechando os olhos e esperou pela recompensa a que tinha direito.
Ele gritou.

– (Jorge) Ah, branquinha, bebe os leites do teu macho.
– (Paula) Quero isso nas minhas maminhas ou boquinha, estás a ouvir.

Ele cagou-se no que ela disse.
Foram leites, para o cabelo, cara, pescoço e mamas.
Ela ria-se e ele também.
De repente, ouve-se.

– (Paulo) Já cheguei.

No dia seguinte, ela acordou e saltou para cima de mim e eu acordando sobressaltado.
Começando a punhetar-me e a beijar-me com a cara com o leite seco do dia anterior, tentando que eu a beijasse nas mamas.
Eu já não queria saber, já era a 3ª vez, já estava a ficar habituado, que se foda.

– (Paula) Mor, fode a tua putinha, que ainda tem os leites do preto em cima dela.
Prova os leitinhos dele, prova.
Eu não fodi ele ontem, mas esteve quase, ele bem queria, mas só deixei ele raspar com a tolinha nas bordinhas da coninha.
Eu hoje estou super feliz, quero que venhas me lamber esta coninha e saborear piça dele.
A seguir quero que ele me foda no cuzinho.

Opa, palavras mágicas. Cuzinho e eu faço tudo, já nem quero saber de mais nada.
Foi uma rica foda. Que puta, gritava cumô caralho por ele. Tive que por a música mais alta. Estava descontrolada.
Se isto é assim, imagino na sexta.
Mas lembrei-me, mas então na 6ª-feira, o filho dele, também vem…qual será a ideia dela?

6ª-feira

Chegou o dia ou a noite.
Ela, estava deslumbrante. Uma peça de roupa e mesmo assim, UAU. Uma camisa, rosa, transparente. Via-se tudo, pois não tinhas cuecas e nem soutien.
Ela estava literalmente a oferecer-se a quem fosse ou quem passasse na rua, via-se completamente tudo o que ela tinha para mostrar.
Eu tinha que grelhar a carne e senão me ponho a pau ainda queimo é pichota no fogareiro com a tesão que eu estava só de a ver.
Sem pinturas do outro dia, nem acessórios, só um à aparte que eu adorei. Fez dois tótós no cabelo dos lados, como se fosse aquelas meninas de escola.
Chiça, um homem assim não aguenta, caralho.
Eu daqui a pouco cago é na comida e quem tiver fome, vá ao Mac, vão para o caralho.

Ela percebeu a minha intenção e disse para aguentar, pois eu iria gostar daquilo que ela iria fazer.
Aguentei, mas, fodasse, à rasca.
Eles entretanto chegaram e antes de entrar em casa, o Jorge veio apresentar o puto a mim, com 17 anos.
Puto simpático, mais que o pai.
E com uma grande lata (novamente).

– (Jorge) Mauro, vou apresentar a mulher, que era para ser ela a tua mãe e ainda hoje, o teu pai nunca a conseguiu esquecê-la.
– (Mauro) Ô pai, aquele não é o marido dela?
– (Jorge) Não te preocupes, eles são liberais, com eles não existe esse tipo de problemas.
Paula, podemos entrar?
– (Paula) Claro.

Eu não vi a reacção deles, mas deve ter sido, FODASSE, CA PUTA.
Especialmente a do puto, sem a conhecer, e vê logo uma mulher assim, com aquela abertura toda, sem mais nem menos.
Imagino, o coração deles deve ter ido dos 0 aos 100 sem se mexerem.
É que a minha Maria, estava um avião de foder, irresistível. Acordava o mortos e levantava o pau aos eunucos.
Estava orgulhoso daquilo que tinha em casa.

Passado 2 minutos, o Jorge, veio ter comigo.

– (Jorge) Mandou-me vir aqui ter contigo ajudar-te a grelhar a carne.
– (Paulo) Sim, a dois é mais rápido e fácil. E o puto?
– (Jorge) Ela disse que ia conversar com ele para o conhecer melhor.

O conhecer dela, sei eu e de cor e salteado.
Na gravação do vídeo que eu tinha deixado na sala, ela tinha lançado o puto em cima do sofá e começou logo a mamar-lhe na piça.

– (Paula) Hmmm, não ficas-te assustado, parece que sabias que ia acontecer?
– (Mauro) Sim, o côta disse-me que tu eras uma putinha oferecida.
– (Paula) Ô puto, não és novo demais para me chamar isso?
– (Mauro) Daqui a pouco, vou-te chamar isso e muito mais….

Enquanto a Paula ria-se do atrevimento do Mauro, abocanhou-lhe o malho e sugou, chupou e lambeu.
O puto, que deveria ter pouca experiência, veio-se num instante, mas desta vez, ela engoliu tudo, como se não quisesse dar pistas do que aconteceu.
Ela mandou-o vestir e mandou-o calar.

– (Paula) Agora bico calado e é se queres comer o prato principal.
– (Mauro) O que chamas de prato principal?

Ela esfregando dois dedos na coninha dela, lambuzandos com suco de cona, levando-os à boca do Mauro, obrigando ele a chupar-los, começando a rir-se.
Levantaram-se e foram para a cozinha.

– (Paula) Então, meninos, estamos com fome?
– (Paulo) És tu e eu….
– (Jorge) Eu também já comia alguma coisinha…

Quando entramos, ela beijou-nos na boca, aos dois de língua. Muito contente e a rir-se para o Mauro.
Naquela altura eu não sabia o que tinha acontecido. Nem eu e muito menos o Jorge.

Entrecosto, febras, entremeada, chouriço assado, cervejas que baste, fodasse, não me lembro de beber tanta cerveja para acompanhar este caralho, parece uma esponja, o filho da puta.
Depois de comer-mos (a comida, claro), a Maria mandou-nos para a sala.
Claro que viemos.

– (Paula) Mete aí uns vídeos de sexo a 4, com 3 homens e 1 mulher.

Ai, jasus, que é isto. Assim sem mais nem menos. Nem aqueceu, atacou logo, ela estava mandona.
A dizer, dispam-se, ponham-se assim, façam assado e frito.
Que é isto, não estou habituado a estas coisas de mandarem em mim, fonix, será que ela aprendeu estas merdas com a Sónia?
Pus a televisão a dar então os vídeos que ela queria e só percebi mais tarde porquê.

– (Paula) Então, não te despes.
– (Paulo) Calma, caralho. Só tenho duas mãos, não dá para fazer tudo ao mesmo tempo.
– (Paula) Tu é que perdes…

Com isso, metendo-se de joelhos, abocanha os piços do pai e do filho, querendo por os dois ao mesmo tempo na boca. Incrível, eu adoro isso e ela sabe, por isso, é que me chamou.

– (Paula) Vai ali para o meio, quero tentar por os 3 na boca.

Ai, caralho, que eu não me aguento.
Acho que até o Jorge ficou surpreso com este comentário, pois ele esbugalhou os olhos de surpreendimento para mim.
O Mauro, estava-se a cagar no que ela dizia. O puto era frio neste aspecto, só ia era sorrindo, todo contente.
Ao olhar para baixo eu vejo a cara da minha linda esposa, que com grande sacríficio a querer meter as 3 piças ao mesmo tempo na boca, e nós a tentar ajudar ela o máximo possível juntando os nossos corpos uns aos outros, quase sardinhas em lata, todos à rasca para ter o mesmo tratamento oral que ela iria proporcionar-nos.

Não conseguiu, mas tentou, então pôs 2 de cada vez e punhetava 1 ao mesmo tempo.
Eu era o sortudo, estava no meio, a minha entrava sempre naquela boquinha linda e húmida.
E depois começou a cuspir e a pedir que cuspíssemos em cimas das piças ao mesmo tempo que ela tinha as na boca.
Uau, ela nunca me tinha pedido isso antes e só depois é que percebi, que ela estava a tentar imitar o filme que estava a dar.
Começou a brincar com as rolas, batendo as cabecinhas uma na outra, até se cansar de estar de joelhos.
Disse que também queria um pouco de prazer, de divertimento.

Chamou o Mauro.

– (Paula) Mauro, gostaste de ainda à pouco?
– (Mauro) Adorei.
– (Paulo) Estamos a falar do quê?
– (Paula) Depois eu conto-te, não te preocupes.

Deitando-se no tapete do chão, de costas para o chão, metendo a almofada dos joelhos debaixo do rabo para levantar a anca e numa posição superior, acenou para o Mauro e apontou com os dedos.
Ele fez o que ela mandou, sem comentar.
Enquanto isso, acenou para mim e para o preto e quando chegamos a ela, mais uma vez abocanhou-nos os piços.
Bem, isto estava melhor do que no último dia.
Ficamos nisto e alternamos no sexo oral a ela, por ordem crescente, obedecendo a ela, ainda um bom tempo.

– (Paula) Ok, quem quer ser o primeiro a comer esta coninha?

Tudo à rasca, para a comer. Parecíamos leões.

– (Paulo) É lá, então como é, caralho, mas eu aqui já não mando nada?
– (Paula) Ô mor, tem calma, é o último dia deles e depois é só para ti.
– (Paulo) Eu sei isso, era o que eu ia dizer. Comecem lá vocês, que eu já como.

Mal dito isto, o Jorge agarra a puta da casa, directamente do chão elevando ela no ar, com ela nos braços e sentando-se no sofá, ela percebeu o que ele queria.
Foi buscar uma camisa e pôs-lhe no piço e sentou-se em cima do pau dele, com as costas na direcção dele e olhando na minha direcção.
O Mauro, sem se fazer rogado, foi-lhe tentar mamar nas tetas, mas sem muita sorte, por causa do meximento acelerado que estava a haver.
Tive que aumentar a musica, pois ela estava a gemer muito alto e o preto estava a chamar-lhe tudo e mais alguma coisa.
Ela olhava-me directamente nos olhos, como querendo dizer qualquer coisa com aquele olhar.
E ela estava adorar e por um bom tempo, ainda conseguiu mamar no vitelo do filho do Jorge.
Eu, sentado na cadeira, lá ia batendo uma boa canholazinha, para não deixar arrefecer.

– (Paula) Agora, quero à canzana. Quem é que vai ser o sortudo.

O Mauro pôs-se logo em posição de ataque com arma em riste.
Cuspiu nos dedos e começa a bombar naquela conaça, em que esteve o pai dele ainda à pouco.
O Jorge ainda sentado no sofá, agarrando nos tótós do cabelo da minha esposa, obrigou ela a mamar na trança dele.
Foi uma cena muito poderosa, que nem todos têm a sorte de ver. Um pai e um filho a comer-nos a esposa, enquanto eu observava calmamente e esperava a minha vez.
Entretanto, o Jorge pôs-se debaixo dela a lamber-lhe o clitóris, enquanto ela se esforçava para chegar ao pénis dele.

– (Paula) Ah, caralho, que eu estou quase a vir-me. Espeta-me uns dedos no cu.

Ô caralho, então, isso é a minha deixa, cu é meu, fodasse.
O chavalo, já ia todo lançado, vai ta foder, ô filho da puta, eu faço isso, pensas que eu ando aqui só a olhar ou quê?

– (Paulo) Ô puto, aguenta lá os cavalos, tu ainda és muito novo para isso.

Espetei-lhe um dedinho, com saliva, sentindo a piça do Mauro no meu dedo.
O puto estava a delirar.

– (Paula) Quero mais, mete dois ou três.
– (Paulo) Olha, mais vale por lá o caralho da pichota, não…
– (Paula) Sim, mete tudo, quero sentir os buracos todos preenchidos. Ninguém sai daqui até eu me sentir bem fodida. Hoje eu sou a vossa puta, façam o que quiserem de mim.
Ah, fodasse, com esta conversa, estou ma vir caralho.
Bebe tudo, Jorge, estes leitinhos que eu vou-te dar, agradece ao teu filho.
Não parem.

Começa a vir-se que nem uma leoa e a gritar como uma, também.
Parecia uma fadista.
Ao vir-se, ela perde a força nos joelhos e descai com a conaça na cara do Jorge, obrigando ele a beber tudo.
Com isso, eu e o Mauro, ficamos de fora, daquilo que estávamos a fazer.
Ela tenta recuperar o fôlego e ao sair da posição que estava, beija o preto na boca, com a cara dele toda molhada do que aconteceu e a seguir beija o Mauro e a mim, como dando um gostinho a todos, do excitamento e prazer que ela estava a ter com nós os 3.

– (Paula) Jorge, deixa-te estar, quero sentir outra vez, esse piço na minha xaninha.
E quem é que me quer ir ao cuzinho ao mesmo tempo?

Então, o cuzinho é só meu, foi o que ela disse e agora estava a oferecer assim, ao desbarato? Mas, aqui é alguma praça pública de taxis ô caralho ou quê?

– (Mauro) Eu queria, nunca tive sexo anal, com ninguém.

Se queres sexo anal, eu dou-te ô palhaço, tu aqui estas a mais. Eu dou-te com piça nessa peida que tão depressa não sentas esse cu seja aonde for.

– (Paula) Sim, depressa.

PUTA DO CARALHO, disse sim ao puto.

– (Paulo) PUTA DO CARALHO.
– (Paula) Ai, amor, deixa-te de merdas e vamos aproveitar para nos divertir-mos.

Divertir o caralho, eu não estou a achar graça ao divertimento. Então eu só fico a olhar e bater punheta? Os de fora é que se divertem?
Quando isto acabar, temos que conversar isto melhor.

Aquele filho da puta e o seu pai, espetaram naquela puta sem dó.
Ela berrava, mas a bom berrar.
Fui por o meu piço na boquinha dela, para ver se a calava, mas era mais forte que ela. Ela estava a adorar em ser a puta daqueles dois e por-me a mim ver.
Tive que aumentar o som da aparelhagem. Mais ainda.

– (Mauro) Ah, tou quase a vir-me. Posso tirar a camisa, gostava de vir-me dentro do teu cuzinho, mãe?
– (Paula) Não, queres vir-te, vem nas minhas costinhas, filho.

Que merda é esta de mãe e filho?
Mais umas taras dela que eu desconhecia?
E o cabrão de merda, saca do piço e vem nas costas dela, acertando pelas as costas acima e acertando em mim, caralho. Tenho quase a certeza que fez de propósito.
Ela endireita-se e começa a foder, a saltar, praticamente a fazer equitação em cima do pretinho dela, de quem ela tinha tantas saudades.
Levanta-se de repente e tira-lhe o preservativo e volta a enfiar na cona.

– (Paula) Porra mais a esta merda que só está a estorvar, assim sabe muito melhor.

Fodasse, mas ela está parva? O que ela acabou de fazer? É doida, não está a pensar no que fez?
Eu nem consegui exprimir palavras.
Não durou muito mais que 30 segundos depois de ela ter tirado a camisa, masturbando-se ao mesmo tempo em que saltava em cima dele, veio-se, mais uma vez a esguinchar, para a cara do pretinho dela.
Com isso o Jorge não aguentou-se.

– (Jorge) Porra, não me aguento mais. Vou encher a tua branquinha de leites, caralho, quero que te fodas, seu corno de merda.

E ele veio-se dentro dela, e ela continuava aos saltos, sem querer saber no que estava a acontecer.
Eu, que disse tanta vez ao Nuno, que não queria Nenucos, para ele ter cuidado, vejo este caralho a encher as paredes do útero da minha linda esposa com sémen dele.
O que se tinha passado, que eu fiquei à nora.
Fui eu que quis isto e foi isto que aconteceu. Bem feita, para aprenderes. Agora já é tarde.

Ela, não parava, os leites do Jorge, escorriam-lhe já pelo piço abaixo.

– (Paula) Mor, é tua vez de comeres tua putinha.

A tesão é maior que o pensamento. Eu estava à rasca para a comer. Mas, não sabia o que fazer.
Não fiz nada, ela obrigou-me a deitar no chão, punhetou-me para entesoar e ficar mais rijo e quando se punha a jeito e consegui ver os leites do preto a escorrerem-lhe pelas pernas abaixo e algumas gotas caíram em cima de mim.
Ela enfiou o meu nabo todinho, não na sua coninha, mas sim, no cuzinho.
Aquele paraíso, que eu adoro, que tinha sido comido, por mais um gajo. Estava largo, húmido, muito bom, estava maravilhoso.
O que me agradou comer aquele cuzinho, todo arrombado, que satisfação.
Estava melhor do que a primeira vez que o comi, não estava apertado, mas sim, abertinho. Lindo.

– (Paula) Só tu consegues me fazer vir por este sítio, amor.

Vá lá, já não é só más notícias. Estava a vir-se pelo o anel, mais uma vez e parece que tinha sido o herói da noite, pelo menos naquele sítio.
Ela tira daquele paraíso e chupa-me o nabo.
Pai e filho sentados no sofá a verem o show.
Ela espeta a piça na coninha e diz que quer que eu me venha dentro dela, como vim dentro da amiga dela.
Esta puta ficou com inveja, só pode.
Mas, ao pensar na Sónia, foi tiro e queda, agarrei-me aos quadris dela e com força ejaculei dentro da minha putinha.
Ela ria-se, enquanto ia roçando o clitóris dela no meu pénis, que já estava a dar as últimas.
Baixando-se, beija-me com um beijo demorado e molhado e diz, muito baixinho:

– (Paula) Eu sei o que fiz e peço-te desculpa, mas não aguentei.
Não te preocupes, pois eu tomei a pílula do dia seguinte.
Mas obrigado, por teres deixado realizar a minha fantasia, que adorei e só tenho a agradecer por todo o amor e confiança que me deste e darás nestes anos que hão-de vir.
Hoje foi um caso à parte que não irá acontecer, nunca mais.
Amo-te muito e quero que saibas, que quero continuar com estes brincadeiras contigo, sempre.

Bem, com isto, mais um beijo, despediu-se deles e desejou-lhes boa viagem.
Falaram se podiam vir no Natal e ela respondeu, que poderem, até podiam, mas isto foi uma vez única, por isso, eles é que sabiam o que vinha aqui fazer.
Compreenderam e agradeceram pelos os momentos divertidos.

Eu pensei, vão e não voltem, filhos da puta, fodasse, aquele cuzinho era só meu e aquele cabrão de merda, fodeu-me bem.
Vão todos para o caralho.

A brincadeira, ficou por aqui, pois ela dizia que estava super cansada e precisar de um bom banho relaxante e que lhe doía a cona e o cu, mas, que valeu a pena.
O problema, é que no dia seguinte, quando a excitação fugiu, ela pensou bem no que tinha feito.
Arrependeu-se de ter tirado o preservativo e fomos fazer exames…
Disseram-nos que tínhamos esperar 3 meses e aí, sim é que podíamos fazer os exames, para saber se dava positivo ou negativo e nós sabemos do que eu estou a falar, não sabemos?…

Continua….

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