Estupro gostoso do primo II

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meu nome é bruno e como havia dito no conto anterior tive minha primeira experiência aos 10 anos com meu primo nelson.
ele tentou me comer a força, mas aos poucos foi me convencendo e acabei facilitando as coisas.
bom, depois que ele me iniciou acabei virando sua putinha, morria de medo de sermos descobertos, mas dava pra ele quase todos os dias. minha mãe trabalhava de costureira numa fabrica perto de casa e eu ficava sozinho na parte da tarde, pois minha irmã mais nova estudava neste horario.
alguns dias depois da primeira vez nelson me chamou pelo muro dos fundos da minha casa. ele perguntou se minha mãe estava e se podia entrar. disse que ela estava trabalhando e que poderia entrar sim.
ele pulou o muro e entramos em casa. nelson me agarrou por trás e começou a me encochar, eu estava muito confuso e com medo então tentei me soltar, mas foi inútil. me encochando nelson perguntou se eu não tinha gostado. eu disse que sim, mas estava com medo de sermos descobertos. falando no meu ouvido bem baixinho disse pra me acalmar que ninguem iria saber.
disse à ele que tudo bem, mas pedi que fossemos para a sala, pois daria pra escutar minha mãe chegar. ela iria demorar, mas de vez em quando passava em casa pra ver se estava tudo bem. a fabrica ficava perto.
meu primo sentou no sofá, pediu pra eu sentar do seu lado e já foi arrancando o pinto pra fora, pediu pra eu bater uma pra ele e fiz como ele havia ensinado, quando ficou duro, pediu pra eu chupar, me ajoelhei no meio das suas pernas e caí de boca, desta vez mais experiente, não precisou nem ficar empurrando minha nuca, chupava a cabeça e depois colocava tudo na boca. chupei durante uns minutos até que ele pediu pra eu tirar o shorts e ficar de quatro no sofá. antes foi na cozinha, pegou um pouco de margarina numa colher e voltou pra sala, disse que iria entrar melhor. me posicionei de quatro sem o shorts, nelson veio por trás, passou a margarina no pau, lambusou meu cuzinho e foi colocando aos poucos, doeu um pouco menos que a primeira vez, mas logo entrou tudo e ele começou a bombar e gemer. fiquei dormente, mas desta vez estava muito bom, a dor era quase zero, sentia um friozinho na barriga cada vez maior. meu primo me agarrou pela cintura, colou o peito nas minhas costas e foi bombando cada vez mais, sentia o suor dele escorrendo em mim, o calor do seu peito e bem baixinho ele perguntava no meu ouvido se eu estava gostando. não consegui falar, mas fiz sinal de sim com a cabeça. me primo bombou durante uns 5 minutos e logo gemeu forte, socou tudo e gozou dentro de mim, senti sua porra quentinha me invadindo e novamente nelson ficou agarrado até seu pau amolecer e sair de dentro. eu me joguei no sofá exausto, mal conseguia me mexer. olhei pra trás e vi meu primo sentado no sofá com o pinto todo melado de porra e cocô. logo me recuperei e fui para o banheiro me limpar. quando saí ouvi minha mãe abrindo o portão, nelson saiu correndo e conseguiu escapar pelos fundos. coloquei me shorts rapidinho e fiquei sentado na sala fingindo que estava assistindo a tv. por sorte minha mãe não desconfiou.
no dia seguinte foi a mesma coisa ,ele chegou mais cedo e me comeu novamente. fiquei viciado em dar o rabinho e logo consegui gozar pela primeira vez e assim foi durante uns meses, até sermos descoberto pelo marcelo, nosso primo de 18 anos.
lembro que estávamos no matagal dentro da cabana que ele me comeu pela primeira vez, quando meu primo marcelo entrou e pegou eu de quatro e o nelson me enrabando. tentei correr, mas não teve jeito, marcelo me segurou e disse:
– caralho nelsão, você tá fodendo o nosso primo?
nelson: calma marcelo, foi ele quem pediu
eu fiquei desesperado e comecei a chorar.
marcelo: calma bruninho que vou dar uma surra neste filho da puta e depois vou contar pra mãe dele que ele tava te estuprando.
na hora fiquei mais desesperado, mas fiquei quieto.
nelson mais desesperado ainda disse:
– porra marcelo, foi o bruninho quem quis, eu não forcei ele à nada.
e gritou pedindo pra eu falar a verdade.
eu: olhei pro marcelo e pedi pra ele não falar pra ninguém e que eu tinha deixado ele me comer.
marcelo estava puto, mas disse:
– meu, se eu souber que esse filho da puta tentou te comer e você deixou vou falar para seus pais e saim daqui logo.
saí correndo e fui pra casa, fiquei uns dias assustado e mal saía na rua.
um dia minha mãe pediu pra eu comprar algo na padaria e ao voltar dei de cara com o irmão do marcelo. seu nome é cleber e tinha 16 anos na época. fui cumprimentá-lo e ele com cara de malandro me disse:
– então meu irmão disse que o pegou você dando pro nelsão e disse que você tinha deixado.
eu fiquei roxo e tentei sair, mas meu primo cleber me segurou pelo braço e disse:
– eu quero também senão conto pra todo mundo.
falei pra ele que não dava, pois minha mãe estava em casa então ele disse:
– eu sei, só que ela vai trabalhar daqui a pouco e vou entrar pelo muro dos fundos. nisso ele me soltou e fui embora correndo.
quando cheguei em casa minha mãe perguntou porque eu estava com cara de assustado, mas disfarcei e fui pra sala. minha mãe saiu e fiquei sozinho. logo ouvi ele me chamar e fiz sinal pra entrar. mal entrou e sem falar nada já mandou eu abaixar o shorts e ficar de quatro. antes pedi pra ele não contar pra ninguem e fomos pra sala. ajoelhei no sofá, abaixei meu shorts e quando olhei pra trás celber já estava de pau duro, se posicionou atrás de mim, passou cuspe no pinto, cuspiu no meu reguinho e foi colocando sem dó. gemi um pouco de dor, mas ele foi colocando e bombando rapidinho, depois de alguns minutos gemeu forte e senti ele gozando em mim. seu pinto éra menor que o do nelson e praticamente não senti dor, mas também não senti tesão. da mesma forma que ele entrou em casa saiu, só disse que voltaria e foi embora. fiquei muito preocupado e com medo dele falar pra mais alguém. nelson sumiu e o cleber começou a frequentar minha casa, mas éra tudo rapidinho, ele chegava, massageava o pau até ficar duro, me comia de comia até gozar dentro e ia embora. depois que ele saía eu me limpava e confesso que ficava esperando ouvir o nelson me chamar, estava com saudade de fazer uma chupeta, mas por um bom tempo isso não aconteceu.
com o tempo outros primos ficaram sabendo e acabei sendo a mulherzinha da turma. nesta época éra muito dificil comer uma bucetinha e eu acabei sendo a válvula de escape deles. depois conto mais……