Família Liberal

Olá, sou o Daniel, tenho 43 anos, sou gerente de um banco, sou casado com a Vanessa há 14 anos. Temos 3 filhos, 2 meninas e um menino, Bia, Sofia e o Pedro. Minha esposa é branca, de cabelos negros, mediana, e tem um corpão. Pedro é moreno, Ana é branquinha com cabelos castanhos e Bia é branquinha com cabelos negros. Sou alto, um corpo quase atlético (nada exagerado), sou moreno, cabelos negros, barba aparada… Enfim, minha esposa e eu nos conhecemos em 2000, nos casamos em 2002, em 2003 tivemos o Pedro, em 2004 tivemos a Bia e em 2007 tivemos a Sofia. Eles tem 13, 12 e 9 anos. Somos uma família muito liberal e muito afetiva. Somos todos muito unidos uns com os outros, minha esposa e eu sempre fazemos questão de saber tudo que acontece com nossos filhos e eles sempre contam, pois não somos aqueles pais carrascos que brigam com o filho por qualquer coisa. O que vou contar aconteceu em 2016, mas tudo começou desde quando nasceram.
Desde que casamos, minha esposa e eu prometemos sempre ser abertos uns para os outros, isso nos ajudou muito na lealdade do nosso relacionamento. Assim que fomos morar juntos, adotamos a mania de sempre que ficarmos só nós dois em casa, iríamos ficar nus. Logo com Pedro nascendo, continuamos com tal mania, mesmo sempre tendo visita de familiares por causa do bebê. Quando iam embora, já nos despíamos… Não era nada sexual, era só conforto. Pedro cresceu, em 2004 nasceu a Bia, continuamos com isso, nada nos impedia e no ano seguinte veio a Sofia. Pois bem, quando Pedro atingiu os 7 anos, começou a entender o mundo mais velho, começamos a andar só com roupas íntimas (cueca e lingeries). E eles foram crescendo… As crianças também andavam nus ou com roupas íntimas, nós gostamos do conforto. Assim que crescidos, Pedro com 10, Sofia com 6 e Bia com 9, uma vez, minha mulher e eu estávamos no ato sexual no banheiro e de repente, entraram Pedro e Sofia (nós nunca trancamos a porta do banheiro só quando temos nós em casa). Eles perguntaram o que nós estávamos fazendo, minha mulher e eu nos olhamos e respondemos "nos amando", Sofia perguntou "vocês não nos amam?", Vanessa respondeu "sim, filha, mas isso é só para adultos", mas eles insistiram em ficar com nós. Nem pude gozar, tivemos que deixá-los entrar no banho conosco. Eu tentava desviar, esconder, mas o box era muito apertado para 2 adultos e 2 crianças. Quando fui pegar o shampoo para passar nas crianças, tive que virar, quando virei, meu pau que ainda estava duro feito pedra, sarrou em Sofia. Ela olhou e pegou nele "papai, seu pinto tá grande", na hora que ela pegou, deu uma apertadinha, isso me deixou louco. Era minha filha, mas… Sofia continuou apertando e eu tentei tirá-la, mas não conseguia. Vanessa e eu nos olhamos sem saber o que fazer, então Vanessa disse "deixa ela", fiquei meio envergonhado, mas logo ela já estava me masturbando, sem jeito, mas estava bom. Não aguentei muito tempo e gozei, acabei sujando as crianças.
Mais tarde, fiquei com aquilo na cabeça, durante o jantar, na cama. Minha mulher reparou que eu me remexia muito, não conseguia dormir, então me confessou:
– Amor, aquela cena no banheiro não sai da minha cabeça.
Eu respondi: – da minha também não.
Vanessa disse: – sei que é errado, mas aquilo me excitou muito.
Fiquei calado por uns segundos e respondi: – a mim também, muito…
Ficamos em silencio. Durante a madrugada, debatemos muito sobre isso, resolvemos tentar esquecer e seguir em frente.
Dois dias depois, quando fui tomar banho, Sofia insistiu pra entrar, mas a gente não queria deixar pra não acontecer de novo, então Vanessa puxou ela e levou para a sala, enquanto eu tomava banho. Isso estava virando rotina, toda vez que eu ia tomar banho, tinha que trancar a porta do banheiro (que não era de costume) e Vanessa tinha que puxar alguém pra sala pra eu poder me banhar. Um dia, cheguei do trabalho muito cansado, fui para o banho e de forma rara, resolvi tomar banho na banheira. Esquentei a água, sem espuma e então entrei. Nisso, com tanto cansaço, esqueci de trancar a porta… Estava de costas para a porta, quando senti uma presença e olhei pra trás, estava Ana já se aproximando da banheira. Chamei Vanessa, mas ela tinha saído. Ana foi se aproximando e pedindo para entrar junto comigo, eu não deixei, mas ela fez birra. De repente, ela tirou sua roupa e entrou, tentei tirar, mas ela reagia, que menina teimosa! Ela ficou de frente pra mim e logo foi se agarrando a mim. Ana já tinha me visto pelado diversas vezes, mas nunca tocou no meu pau, nenhum deles na verdade, só Sofia naquele dia. Ana começou a fazer carinho no meu peito, isso foi me relaxando e me excitando, a água quente ajudava. Ela viu a ponta do meu pau fora da água e então tocou, meu pau deu um pulo, ela até se assustou.
– É seu pinto papai?
Eu respondi: – sim, filha, mas não pode tocar.
Ela perguntou: – por que? – mas mesmo eu dizendo que não ela tocou de novo e depois apertou. Eis então, perdi a cabeça… Ensinei ela a me masturbar e ela aprendeu rápido, não demorou muito e gozei na água.
Saí dali com a culpa, mas depois que ela ficou apertando meu pau, eu senti que aquilo era gostoso e eu poderia ter. Quando Vanessa chegou, contei a ela, tentamos achar uma saída, mas ela disse que Sofia e Pedro ficaram tocando na buceta dela enquanto ela estava deitada lendo um livro, e foi bom. Decidimos deixar, mesmo sabendo que não era o certo a se fazer, resolvemos deixar. E então, isso foi chegando longe demais.
No mesmo dia, Ana pediu pra dormir conosco, até ali não vimos malícia nenhuma, mas ao decorrer da madrugada, acabamos nos aproveitando da situação. Enquanto Vanessa e eu transávamos, Ana assistia e isso deu muito tesão. Ela começou a pedir para participar, mas o máximo que deixamos foi ela assistir.
Depois de uns dias, começamos a notar que as crianças foram ficando cada vez mais ousadas, elas iam ficando mais taradas e pedindo atenção. Muitas vezes as meninas chegavam em mim, apertando meu pau por cima da cueca. Logo, voltamos a andar nus pela casa. Durante esse tempo (2015), notei que Pedro já estava bem evoluído, 12 anos, já tinha vergonha de andar pelado ou de cueca. Em julho decidi pegar férias, comecei a ficar em casa direto, deitado na cama assistindo filmes, aproveitando o frio. Minha mulher era recepcionista de um hospital, ficava na ala de cirurgias e internação, ou seja, eu passava o dia todo com as crianças. Quer dizer, só as meninas, que me atentavam para ficarem na cama comigo, Pedro ficava trancado em seu quarto.
Certo dia, minha irmã pediu pra tomar conta da minha sobrinha Catarina de 7 anos até a noite, aceitei… Catarina ficou brincando com as meninas, até minhas filhas quererem assistir filme comigo na cama, como os outros dois dias (era meu terceiro dia de férias). Tive que por uma cueca por causa de Catarina, o que minha irmã podia pensar de mim? Enfim, acabamos adormecendo com o clima. Quando acordei, as meninas estavam feito pedras na cama, notei que Catarina não estava na cama conosco como antes, saí devagarzinho, fui ao banheiro, dei uma mijada e fui atrás de catarina. Pensei em ir ao quarto de Pedro, mas a porta sempre ficava trancada, então dei a volta na casa e fui olhar pela janela, sempre tive curiosidade de saber o que Pedro fazia trancado no quarto, mas sempre o demos espaço. Olhei pela janela e, estavam Pedro nu e Catarina masturbando Pedro. Fiquei abismado, mas aquilo me deu um reboliço nas calças. Fiquei pra ver. Catarina masturbava Pedro como se tivesse experiência (ela deveria ter, estava fazendo certinho), Pedro nu, suspirava, gemia baixo, elogiava Catarina, apertava a mão de Catarina em seu pênis e então, jatos saíam de seu pênis, sujando seu abdômen. Nesse tempo, minha cueca já estava no meu joelho e eu também estava gozando feito cavalo. Saí dali e fui tomar banho, mas aquilo não saiu da minha cabeça.
Mais tarde, enquanto tomávamos café da tarde, as meninas terminaram e foram pra sala brincar, ficamos somente Pedro e eu na mesa.
Eu disse: – Eu sei o que você fez.
Pedro nervoso respondeu: – Desculpa pai, por favor…
Eu o acalmei: – Calma filho, não vou fazer nada… Só quero dizer que é muito arriscado fazer isso com sua prima, vai que ela conta pra sua tia?!
Ele respondeu: – Ela já tem experiência com o irmão dela… Acho que a tia sabe.
Ficamos em silêncio durante um tempo.
Falei, o zoando: – que isso hein menino, que pirocão hein
Pedro respondeu: – ah para pai… que nada
Falei: – é sério… mas cuidado com suas irmãs
Ele disse: – com elas eu não tenho coragem, mas elas são bem salientes…
Eu disse: – são mesmo.
No dia seguinte, quando minha esposa saiu pra trabalhar, levantei, escovei os dentes, tomei café e voltei pra cama, estava muito frio e eu estava só de cueca. Logo, as meninas vieram, entraram debaixo do edredom e me abraçaram para assistir o filme junto a mim. Não demorou muito pra eu adormecer, mas desta vez as meninas não dormiram juntas, nessa hora eu estava com um sono leve, conseguia ouvir elas falando, elas pegaram o controle e mudaram para um filme de sexo que estava plugado na TV. Era um dos meus favoritos, duas mulheres transavam com o homem, elas faziam de tudo. As meninas ficavam cochichando umas pras outras. Abri os olhos e perguntei:
– o que vocês estão vendo?
Elas ficaram com medo de eu brigar, mas eu as acalmei: – tudo bem filhas. Vamos assistir juntos.
Depois de um tempo assistindo e respondendo as perguntas das meninas, Sofia pediu pra fazer o mesmo comigo, porque eu também fazia com a Vanessa. Eu disse que não, mas eu disse que elas poderiam fazer uma coisa pra mim. Tirei minha cueca e pedi para que me masturbassem e chupassem meu pênis. Elas nunca tinham me chupado, mas fui ensinando e elas foram fazendo direito. Estava eu sentado, com as mãos esticadas apoiadas atrás, com as pernas abertas e com minhas duas filhas chupando meu pênis, Pedro entrou no quarto e deparou-se com tal cena. Eu não consegui fazer nada, não tinha reação. Mas Pedro deu uma apalpada em seu volume no short, entendi que ele estava afim de participar, então o convidei.
Afastei-me para o lado, Pedro sentou-se ao meu lado, tirou sua camisa e seu short. Ficou massageando o volume em sua cueca, assistindo suas irmãs fazendo um boquete gostoso em seu pai. Logo, tirou sua cueca e puxou Bia, a mais velha para começar a chupá-lo. Estava surpreendido, o pênis do meu filho de 13 anos era grande e grosso, puxou minha genética (embora não goste de ficar falando, meu pênis é grande e grosso). Estávamos em uma gemeção, Sofia chupava a cabeça do meu pau, depois lambia, massageava, e eu estava ao delírio. Em pouco tempo, senti meu pênis inchando, vindo aquela sensação boa, o peso, e de repente, gozei vários jatos longos e brancos de gozo. Por sorte da Sofia, ela não estava com a boca em meu pênis, ela estava masturbando-me. Me joguei, ficando estirado na cama, ofegante, apreciando o momento. Ficava olhando Bia chupar o pênis de Pedro e ele empurrar sua cabeça, se deliciando, não demorou muito para que ele gozasse também. Ficamos ali, todos quietos, com vergonha e um pouco de culpa. As crianças foram saindo aos poucos e eu fui tomar banho. Passei o resto do dia sozinho, assistido filmes e dormindo, debaixo do edredom.
O resto da semana foi bem light. As crianças não iam mais no meu quarto, aquilo tudo parou. Mas no fim de semana, a Sofia veio para minha cama. Sua mãe não iria trabalhar, ela estava na cozinha. Sofia subiu na cama e entrou debaixo do edredom. Me abraçou e começou a passar a mão pelo meu corpo, procurando meu pênis. Como sua mãe estava em casa, disse que na hora não, era perigoso. Mas assim que Vanessa foi ao mercado, tirei a cueca e minha filha caiu de boca em meu pênis.

Bem, aconteceu bastante coisa com a gente, se eu contar a metade, o conto fica enorme. Espero que tenham aproveitado, não sou de dar muitos detalhes, porque sou um pouco preguiçoso pra escrever rsrs…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,50 de 2 votos)
Loading...