Como fodi minha mãe – parte i

Pra começar, eu nunca pensei em fazer isso. Até, claro, virar uma obsessão. Eu tinha 15 anos e tava no auge da minha adolescência. Aquele tempo em que você só pensa em fuder. De vez em quando uma menininha bem puta se oferecia e a gente (eu e meus amigos) se esbaldava. Não foi uma nem duas vezes que um grupinho de amigos se revezou fudendo uma safada do ensino médio ou que a gente fazia orgia e trocava de mulher, ou que deixava as meninas encher a cara pra liberar gostoso.
Mas isso era só fora de casa. Em casa, eu era o filhinho da mamãe. Minha mãe era uma mulher 40tona, católica, totalmente dedicada a mim, ao meu pai e à igreja. E meu pai era um coroa velho, de quase 60 que, pelo que eu percebi, não dava mais no couro.
Ela fazia comida, lavava roupa, passava. Era uma dona de casa à moda antiga.
Por mais que pareça, eu não era um filho da puta que olhava pra cada mulher querendo comer. Enquanto os caras falavam de MILF, eu não me interessava. Gostava das gostosinhas que adoravam dar a bucetinha gostoso na putaria.
Mas um dia aconteceu de um amigo bater o carro e eu, que tava do lado do passageiro, quebrar a perna e o braço direitos. Resultado: ficar em casa pelo menos 30 dias. Os amigos só apareceram nos primeiros dias, mas eu também não gostava de bagunça em casa. Meus pais eram quietões. Minha mãe sempre fazendo alguma coisa e meu pai, que era taxista, quando tava em casa ficava vendo TV ou lendo jornal.
Então a minha mãe, totalmente dedicada ao filhão, me dava comidinha na boca, me dava banho e fazia tudo o que precisasse. Na maioria das vezes, fazia tudo antes que eu pedisse.
Até que o inevitável acontece.
Eu estava sentado numa cadeira plástica enquanto ela me dava banho. Ela estava me passando sabonete pelo corpo e foi descendo pelas minhas pernas. Quando ela se abaixou, eu pude ver os peitos dela balançando embaixo da blusa molhada. Os bicos dela estavam aparecendo na transparência.
Não sei se foram os dias sem transar, mas eu de repente percebi a mulher na minha mãe. Ela ligou a ducha pra tirar a espuma e eu fiquei olhando pra ela. Ela não parecia ter a idaide que tinha! Uma cintura fina, uns quadris largos, as pernas firmes, uma bunda grande, gostosa, uma morenaça escondida naquelas roupas grandes e desleixadas que agora ela não estava usando, pra não molhar.
Ela estava com um short de lycra azul e a camiseta, com sutiã, mas acho que era fino porque ficou transparente também. Que gostosa!
Ela passava ao meu redor retirando a espuma com a água e quando passou na minha frente e foi tirar o xampu do cabelo, eu não fechei os olhos, mas fiquei olhando os peitos dela balançando na altura da minha cara. Senti uma puta vontade de mamar naquelas tetas. Mas afastei o pensamento e voltei a mim. Olhei pra baixo e meu pau tava meia bomba. Acho que não subiu muito por causa da água fria, mas que bom!
Fomos pro quarto e ela me ajudou a me vestir. Agora que a roupa não tava mais encharcada, eu não via mais os peitos dela. Foi mais fácil controlar. Mas depois que deitei na cama e ela saiu, fiquei de pau duro pensando na cena. Tentei bater uma punheta com o braço esquerdo mas era ruim, porque eu era destro. Não foi tão boa.
Mas não via a hora do banho.
E não dava pra disfarçar o pau duro, né? Mas ela ficava meio sem jeito e ignorava. Até que uns três banhos depois me disse: meu filho, agora você tá sempre assim? E eu, meio sem jeito, disse: pois é, mãe. É a falta, né? Ela riu meio envergonhada e ignorou. Mas foi ela dizer isso e eu me senti mais à vontade. Ela notou meu pau duro kkk. Apesar de ser óbvio, pelo fato dela não falar, é como se não visse.
Geralmente, era eu que ensaboava e lavava o pau com a esquerda. E aproveitava pra enxaguar quando ela derramava água da ducha no meu peito. Mas agora, né?
– Mãe, joga água aqui no meu pau. Ainda tem sabonete.
Eu me sentia mais sacana de falar “pau” pra minha própria mãe.
E tanto eu fazia movimento de punheta como esfregava o saco, enquanto ela jogava água.
Meu pau era grosso e grande. Uns 18 cm. Era conhecido nas putarias por ser pauzudo.
Colocava a cabeça pra fora e enxaguava.
No dia seguinte, eu levantei o pau com a mão pra cima, encostando na barriga.
– Mãe, passa sabonete aqui no meu saco.
Ela ficou meio sem jeito… mas esfregou meu saco bem delicadamente, passando sabonete em cada dobra.
– Joga água agora.
Me segurei pra não gozar.
Na próxima vez:
– Mãe, lava meu pau que eu jogo água. Não tô conseguindo lavar direito.
Ela fez tudo. Lavou todo, esfregou, passou sabonete nele inteiro, duro pra caralho, e eu me segurando pra não gozar. Mas na hora que eu joguei água, não aguentei. Ela enxaguando parecia que tava punhetando. E aquelas tetas deliciosas balançando na minha frente (ela tava em pé, inclinada com as duas mãos na minha rola).
Deu umas jorradas pra cima e melecou o cabelo dela um pouco só e minha barriga. Ela arregalou os olhos e largou meu pau. Ficou meio em choque e meu pau pra cima, saindo porra.
– Mãe, desculpa. Mãe, desculpa. É que faz tempo, tava muito sensível. Desculpa.
Ela não falou nada, se recuperou do susto, levantou e foi pegar a toalha. Eu mesmo joguei água em mim, pra tirar a porra.
Ela voltou com a toalha, desligou o chuveiro e me ajudou a levantar pra enxugar. Me enxugou sem chegar perto do meu pau, não deu um pio. Fiquei com o cu na mão. Pensei que ela me odiava.
Me ajudou a deitar na cama, depois saiu e eu fiquei lá, querendo me enfiar num buraco.
(continua)